sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Corretor de Imóveis: Categoria comemora 50 anos de reconhecimento da profissão

Corretor de Imóveis: Reconhecimento e Valorização Profissional. Categoria  comemora 50 anos de  reconhecimento da profissão
 
Estamos iniciando as comemorações do ano do cinqüentenário da profissão de Corretor de Imóveis. Sem sombra de dúvida, esses  anos remete às importantes conquistas da categoria  e, também, nos faz refletir sobre o que ainda está por vir para a nossa atividade.  Muita coisa mudou desde 1962, quando a lei 4.116 estabeleceu os primeiros parâmetros éticos para a atuação dos corretores de imóveis. E é certo, também, que a luta da categoria tem sido constante, no sentido de fazer com que os profissionais sejam reconhecidos e respeitados como técnicos capacitados para atuar com dignidade e segurança nas transações imobiliárias.

O mercado mudou, a sociedade se modernizou e o segmento de imóveis passou a ser visto como a "bola da vez", garantindo lucros estimulantes a investidores e sendo uma das molas propulsoras da economia mundial. Aproveitamos a oportunidade para destacar algumas metas que foram consolidadas no decorrer dessa gestão e que contribuíram para elevarmos ainda mais a valorização e credibilidade da classe perante a sociedade. Além de darmos continuidade na relevante missão do Conselho, que é credenciar e fiscalizar a categoria, desenvolvemos com eficácia projetos e ações que trouxeram mais segurança nas intermediações imobiliárias, tanto para a população quanto para os corretores de imóveis.

Saímos da marginalidade da  profissão   com a   criação  do Curso Técnico  de Gestão Imobiliária,  exigindo deste  profissional  mais  qualificação e preparo  para  o mercado de trabalho. Implementamos   duas  escolas técnicas  em 1988, após eu  assumir a   primeira  gestão  do CRECI – MT.  Até abril 2012, vai ser  lançado a escola de inglês e espanhol preocupado em instrumentar  mais uma vez o corretor  em parceria  com o CETEP.  Trabalhamos sempre   com muita  clareza  e transparência  sob o  ponto de  vista  econômico e  administrativo.  Tivemos fases  ruins é  claro,   devido a  arrecadação 1997, onde  superamos, e hoje, podemos colher os frutos desse importante trabalho. Para isso, investimos em tecnologia onde  este ano  vamos  começar a publicar  os  balancetes  no site do CRECI,  e o resultado financeiro  do Conselho.

Conquistamos, o destaque no Ranking Nacional de Fiscalização do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI), o que demonstra nossa seriedade ao longo desta gestão em promover uma fiscalização preventiva e atuante. Acreditamos que essa é uma das maneiras encontradas pelo Conselho de responder aos anseios da categoria que deseja trabalhar num mercado onde seus colegas realmente sejam profissionais credenciados pelo seu CRECI e não pessoas que exerçam ilegalmente a profissão. Nesse importante momento, nos caminhamos para a realização de mais um sonho: a aquisição da nova Sede Administrativa, num ambiente estruturado e amplo para melhor atender nossos credenciados, com inauguração prevista para  maio de 2012.

Por fim, queremos agradecer à categoria pelo apoio e colaboração, que nos ajudou a construir um caminho repleto de realizações tornando o CRECI-MT uma instituição cada vez mais respeitada, transparente e envolvida na busca pelos ideais dos seus credenciados e da sociedade.

Ruy Pinheiro de Araújo – Presidente do CRECI /MT


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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

FGTS financiará compra de material de construção, aprova Conselho

Fonte: O Globo - 10/01/2012.

O Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) decidiu nesta terça-feira (10), em reunião extraordinária realizada em brasilia, aprovar a criação de uma nova linha de crédito, de até R$ 20 mil por pessoa, para aquisição de materiais de construção, informou o assessor do Ministério do Trabalho, Paulo Eduardo Furtado.

A liberação dos recursos, porém, ainda precisa de regulamentação posterior, o que deve demorar até 30 dias para acontecer, informou o governo. Os juros cobrados nesta linha de financiamento serão de 12 % ao ano (taxa efetiva total), ou seja, que engloba juros, encargos e comissões. Nos bancos, a taxa média praticada está entre 23% e 56% ao ano, segundo pesquisa do Conselho Curador do FGTS.

O prazo de pagamento é de até 120 meses. Inicialmente, serão disponibilizados R$ 300 milhões nesta linha de crédito. Entretanto, de acordo com a demanda, a oferta poderá ser ampliada para até R$ 1 bilhão. Todos os bancos poderão operar com a linha de crédito, informou o governo.

"É uma linha de crédito que visa alcançar uma população de uma renda maior, não impedindo que, quem tenha renda menor, tenha acesso a este crédito. Essa linha se propõe à ampliação e reforma de imóveis residenciais, enquadrados no SFH [Sistema Financeiro da Habitação]. E que contempla també, inovações como equipamentos de aquecimento solar, hidrometração individual dos prédios mais antigos. Essa linha também que alcançar esse público", disse Paulo Furtado, do Ministério do Trabalho.

A nova linha de crédito não implica na retirada de recursos, pelos trabalhadores, de sua conta vinculada no FGTS. Entretanto, será exigido que o tomador do financiamento possua conta no FGTS. Também será necessário comprovar propriedade do imóvel e a regularidade da área construída. O FGTS faz parte das regras do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que abrange imóveis com valor de até R$ 500 mil. Este é o limite de valor dos imóveis a serem reformados na nova linha de crédito com recurso do FGTS.

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Está mais fácil usar o FGTS na casa própria

Fonte: O Globo – 10/01/2012.

SÃO PAULO - Está mais fácil usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para ajudar no pagamento da casa própria. O trabalhador que estiver financiando um imóvel e quiser utilizar o dinheiro que tem na conta do Fundo para abater o saldo devedor não precisa mais ter quantia equivalente ao valor de 12 parcelas do crédito, como era até o ano passado.
A Caixa Econômica Federal publicou no Diário Oficial União da última segunda-feira uma mudança na regra que permite o saque de qualquer quantia da conta do FGTS do mutuário para abatimento da dívida da casa. Apesar de a formalização ter ocorrido nesta semana, a nova regra já valia desde o início do ano. A decisão de flexibilizar o uso do Fundo no financiamento imobiliário veio em outubro do ano passado, quando o Conselho Curador do FGTS, órgão que define as normas para utilização dos recursos, tomou uma série de medidas com este mesmo objetivo.
Parcelas em atraso
Uma outra mudança facilita a vida de quem está com parcelas do financiamento em atraso. Os mutuários com até três parcelas em atraso vão poder usar o dinheiro do Fundo no pagamento do crédito, desde que cumpram o prazo mínimo de dois anos entre um saque e outro. Antes, era preciso estar rigorosamente em dia para ter direito ao benefício.
Segundo Maria Enriqueta Arantes, assessora técnica do Conselho Curador do FGTS, a mudança veio para aperfeiçoar as regras em relação às normas que já existiam.
- Por lei, uma pessoa não é considerada inadimplente se possuir até três parcelas de um crédito em atraso. Assim, é natural que as regras no uso do FGTS sigam a mesma lógica - explica.
Já o gerente nacional para FGTS da Caixa, Henrique José Santana, esclarece que o mutuário pode usar o dinheiro do Fundo tanto para descontar o valor da parcela, quanto para reduzir o saldo devedor. Por questões de matemática financeira e aplicação de juros, ele recomenda que o mutuário escolha abater o saldo, caso tenha condições de seguir pagando as mensalidades no valor integral.
- Mas, se ele tiver parcelas em atraso, perde esta opção e só pode usar seu FGTS para por o financiamento em dia - alerta.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/esta-mais-facil-usar-fgts-na-casa-propria-3622257#ixzz1jeehUEZw

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Bancos já liberam financiamento da casa própria em até 15 dias

Fonte: O Globo - 10/01/2012

SÃO PAULO - Além do aumento da oferta de crédito imobiliário nos últimos anos, o brasileiro que pretende comprar a casa própria pode contar com mais um aliado. Os bancos se esforçam para agilizar cada vez mais o processo de concessão de crédito. Hoje, os contratos de financiamento já saem em até 15 dias corridos.

O Banco do Brasil opera com esse prazo, desde que a documentação entregue pelo mutuário esteja correta e completa. Para ter acesso ao crédito imobiliário do banco, é preciso ter cadastro atualizado no BB e, na data da contratação da operação, a idade que somada ao prazo de financiamento não ultrapasse 80 anos.

O Bradesco, com R$ 4,08 bilhões de recursos liberados em 2007 para financiamento da casa própria, promete a assinatura do contrato em até 20 dias corridos, podendo, em alguns casos, ser de apenas dez. Já o Santander estima o tempo de espera em 30 dias corridos.

A Caixa Econômica Federal está investindo para acelerar o processo da concessão do empréstimo. O banco, que financiou R$ 5,1 bilhões em crédito habitacional em São Paulo no ano passado, fez recentemente mudanças em seu sistema de atendimento e promete a assinatura do contrato em até 15 dias úteis. A Caixa implantou 825 "ilhas de habitação", que intermediam as negociações e realizam a coleta de documentos dos interessados. Elas foram instaladas nas agências que são responsáveis por 80% dos financiamentos do país.

- Antes, o tempo de liberação desses financiamentos chegava até 90 dias. Essa iniciativa diminuiu o tempo de espera porque o banco recebe todo o prontuário do interessado concluído

- explicou o vice-presidente de atendimento e distribuição da Caixa, Carlos Borges.

O vice-presidente também apontou o reconhecimento da renda informal como um avanço para facilitar a concessão desses financiamentos. Para aprovar o crédito no banco, os trabalhadores na informalidade podem fazer essa comprovação ao apresentar os seis últimos extratos bancários, faturas de cartões de crédito e outros tipos de contas, como de luz, água e telefone.


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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Qual o futuro do financiamento imobiliário?

Fonte: Imóvel Web


Celso Petrucci*
 
Segundo estimativas, encerraremos 2011 com o volume próximo a 1,3 milhão de operações de financiamentos, das quais 760 mil com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e 540 mil oriundas dos recursos da caderneta de poupança. Porém, a dúvida permanece: continuaremos crescendo ou atingimos o limite possível de operações?
 
A Caixa Econômica Federal deverá responder por algo entre 950 mil e 1 milhão das operações de crédito imobiliário, mas terá condições e capacidade operacional para suportar esses investimentos? Deve-se esclarecer que esta capacidade, assim como a dos demais agentes financeiros, é um dos lados da moeda. O outro lado é a exaustão ou não de outros recursos.
 
O FGTS continuará com saúde financeira para orçamentos crescentes, pois tem acumulado, nos últimos anos, arrecadação líquida (depósitos/saques). Isso é fácil de entender: o País permanece gerando empregos formais e a tendência para os próximos anos é positiva, apesar de amenizada por um PIB (Produto Interno Bruto) menos vigoroso.
 
As duas outras “fontes” de recursos do Fundo são a receita financeira – hoje, o FGTS tem mais de R$ 100 bilhões em títulos –, e o retorno dos financiamentos concedidos, com níveis de inadimplência baixíssimos, nunca antes visitados.
 
A Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), por sua vez, estima que em 2013 os recursos da poupança não suportarão uma expansão do crédito imobiliário em níveis de 30% a 40% ao ano, pois seus depósitos têm crescido de 15% a 20% ao ano.
 
Qual o cenário, então? A caderneta de poupança passaria a financiar contando com o seu retorno – as amortizações dos financiamentos concedidos –, e com sua arrecadação líquida – depósitos, saques e atualização monetária.
 
Existe um “colchão”, tema pouco divulgado, que é o encaixe obrigatório, ou compulsório, que mantém 30% dos recursos da poupança nos cofres do Banco Central. Não podemos esquecer que no último dia 31 de outubro, a poupança do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) acumulava R$ 325 bilhões. Ou seja, o governo pode, ou deve, quando chegar o limite suportável dos recursos, liberar o compulsório gradativamente, a fim de não conter o crescimento do crédito imobiliário.
 
E apesar de polêmico, à primeira vista, temos de iniciar os debates quanto à possibilidade de adotarmos a taxa variável nos financiamentos imobiliários, prática comum no restante do mundo. É certo que haverá resistência no mercado, assim como ocorreu quando a Tabela Price foi extinta como sistema de amortização, atitude que elevou a prestação inicial do financiamento e a renda familiar em até 30%. Naquele momento, chegamos a cogitar o “sepultamento” dos financiamentos imobiliários. Entretanto, ao contrário do que imaginávamos, houve o fortalecimento da saúde do SFH (Sistema Financeiro Habitacional) em virtude da adoção do SAC (Sistema de Amortização Constante), que permite ao comprador ver suas parcelas decrescerem durante o pagamento.
 
Diante dessas possibilidades, concluo que em um futuro próximo poderemos conviver com financiamentos do FGTS, a taxas de juros entre 4,5% a 8,16%; com recursos da caderneta de poupança, com taxa média entre 9,5% e 10,5% ao ano; e uso de recursos oriundos de outras fontes, repassados aos índices do IPCA ou IGP-M + x% ao ano, por exemplo. Nesse último caso, inclusive, o governo federal poderia estudar a redução do pagamento dos juros anuais do financiamento na base de cálculo do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física), como forma de incentivo ao comprador.
 
Porém, o que nos resta, neste momento, é acreditar que teremos um novo ano repleto de boas noticias, pois o País comprovou que o fortalecimento do crédito imobiliário solidifica a economia e o desenvolvimento socioeconômico de uma Nação.
 
 
*Celso Petrucci é economista-chefe do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo) e diretor executivo da vice-presidência de Incorporação e Terrenos Urbanos da entidade

Mato Grosso - Um estado de oportunidades antenado no Mercado Imobiliário


Fabiola Gomes

Assessoria /CRECI -MT
Produção diversificada, clima e investimentos. Esses são alguns dos principais ingredientes que formam a receita básica das cidades brasileiras que possuem a maior participação no PIB Agropecuário brasileiro. Em pesquisa realizada pelo IBGE, cidades de todo o País tiveram suas economias estudadas. Não por acaso, das dez cidades mais bem colocadas, seis pertencem ao Estado de Mato Grosso, grande celeiro de grãos do Brasil. 

O bom desempenho das exportações do setor e a oferta crescente de empregos na cadeia produtiva não podem ser atribuídos apenas à vocação agropecuária. O desenvolvimento científico-tecnológico, a modernização da atividade rural, boa diversidade de terras para a  plantação de soja, contribuíram igualmente para transformar o Estado de Mato Grosso numa das mais respeitáveis plataformas do agronegócio.

Mato Grosso voltou  à época ‘do ouro’, o ouro da soja,   mas  com  um grande  salto  em construção  civil  e imóveis  versificados, um estado de oportunidades  de olho  no  mercado imobiliário, ressaltou o  Presidente  do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de Mato Grosso, 19° Região , Ruy Pinheiro de Araújo.  “As previsões para 2012 são as melhores possíveis.  O Estado deve seguir um ritmo de crescimento em torno de 10% nos novos investimentos, com incrementos maciços no mercado imobiliário.                          Os preparativos para a Copa de 2014 e as eleições prometem mexer ainda mais com a economia do Estado. 

Falar em Mato Grosso é ter a certeza de que há muita gente boa e trabalhadora lutando para o progresso. Em 2012, as perspectivas são muito boas sob o ponto de vista econômico e social para o Estado. O andamento das obras do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) nos municípios, o início das desapropriações das  principais  avenidas  da capital, e  a vinda  do veículo leve  sobre trilhos (VLT), devem mexer com a vida de toda a população Cuiabana”.

Bons ventos voltaram a soprar  no Estado e o setor imobiliário promete  novo gás. Para o início do ano deve haver um grande incremento de lançamentos imobiliários onde deixou o conselho otimista  com   a perspectiva  de aumento de 20% no número de unidades a serem comercializadas. Um dos empurrões responsáveis pela guinada que veio com o programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida.

No Programa Minha Casa Minha Vida I, Cuiabá foi contemplada com 2.423 moradias. Na segunda etapa, já foram contratadas, junta a  Caixa Econômica Federal - CEF, 1.500 casas, do total de 4.500 a que Cuiabá irá receber. “A capital ficará com 40% do programa previsto para todo o estado, que chega a mais de 110 mil moradias.

O Mercado Imobiliário fora do Brasil:

O Presidente do CRECI- MT; também falou sobre a bolha que se formou nos Estados Unidos, mas lembrou que lá o sistema é diferente do Brasil. A captação de crédito ocorre junto a investidores privados, que direcionaram recursos para construção de imóveis, vislumbrando bons negócios por conta dos preços elevados. Porém, para conter a inflação e a demanda, o governo dos Estados Unidos elevou os juros e inibiu a procura por crédito. Por conseqüência, as vendas de imóveis despencaram e os preços também, resultando em um alto índice de inadimplência, hoje estimado em 14%, ao passo em que no Brasil nunca chegou a 2%. Os investidores que ficaram sem receber acabaram vendendo ações para se capitalizar, o que provocou queda também nos preços dos papéis, um efeito "ciranda" como define o presidente do CRECI/MT.



O Mercado Imobiliário Brasileiro: 

No Brasil os recursos para financiamentos são da poupança e do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) o que significa que enquanto o nível de empregos estiver alto, o mercado de financiamento imobiliário estará a todo vapor.

Recado para os Profissional Corretor:

O presidente do CRECI  MT lembrou os futuros corretores de imóveis que é preciso acompanhar o mercado e se informar sempre para garantir uma boa prestação de serviço e sucesso na profissão. “Aos que estão saindo do curso, não fechem os livros, continuem estudando, participem das palestras do sistema COFECI / CRECI.   Queremos vocês ao nosso lado, como delegados e conselheiros, ajudando a elevar o nível da nossa profissão”.

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Imóveis ficaram 26,3% mais caros em 2011

AE 04/01/2012 08:15

O preço médio do metro quadrado dos imóveis residenciais no País apresentou um aumento de 26,3% em 2011, de acordo com levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) baseada em dados do site Zap Imóveis. Entre as sete regiões metropolitanas abordadas pela estudo, as maiores altas do ano foram verificadas no Rio de Janeiro (34,9%), em Recife (30,7%) e em São Paulo (27%).
Apesar da forte elevação, o levantamento divulgado hoje mostra que o preço médio das moradias começou a dar sinais de desaceleração nos últimos meses do ano passado. Em dezembro, a alta média foi de 1,1%, nível abaixo do 1,4% registrado em novembro e do 1,6% de outubro. Em abril, essa alta mensal chegou ao pico de 2,7%.
Na avaliação de Eduardo Zylberstajn, coordenador do ¿?ndice Fipezap, o avanço mais lento do preço dos imóveis é reflexo da desaceleração como um todo da economia brasileira. "Já é possível ver um crescimento menor no mercado de trabalho e em várias atividades produtivas", explicou. Além disso, a desaceleração no mercado imobiliário ocorre após um movimento de forte elevação do preço nos anos anteriores. "Em algum momento, os preços tinham que se acalmar, porque chegaram perto do limite do que as pessoas podem pagar," avaliou.
Em São Paulo, o metro quadrado dos imóveis residenciais subiu em média 1,4% em dezembro, a menor variação desde maio de 2010. Com isso, o preço médio do metro quadrado na capital paulista ficou em R$ 6.066, a terceira maior do País. Os bairros mais caros da cidade são Jardim Paulistano (R$ 9.585) e Ibirapuera/Vila Nova Conceição (R$ 9.496).
No Rio, o aumento no mês passado foi de 1,1%, a menor taxa desde abril de 2009. Na capital fluminense, o preço médio do metro quadrado ficou em R$ 7.421, atrás apenas do Distrito Federal (R$ 7.919). A pesquisa mostra ainda que, na região de Brasília, os preços chegaram a cair 0,2%, o que representa a primeira queda na região desde o início da série, em setembro de 2010.

“Minha Casa, Minha Vida” destinará 3% dos imóveis a idosos


iG São Paulo 27/12/2011 11:52
O Ministério das Cidades publicou nesta terça-feira, no Diário Oficial da União, novas regras para seleção dos beneficiários do programa “Minha Casa, Minha Vida” para municípios com até 50 mil habitantes. Entre as normas está a destinação de 3% dos imóveis a idosos e de no mínimo outros 3% de unidades habitacionais para pessoas com deficiência ou cuja família possua integrante com deficiência.
Para participar da seleção o candidato precisa se inscrever no CadÚnico, o cadastro de programas sociais do governo. Cada município poderá indicar dois locais para a construção dos empreendimentos, com 50 unidades habitacionais em cada um deles. Além disso, governos estaduais podem apontar três propostas de localidades: uma para municípios de até 20 mil habitantes e outras duas em municípios entre 20 mil e 50 mil habitantes.
A seleção priorizará municípios que participam do programa Brasil sem Miséria ou que estejam em situação de calamidade pública, além de imóveis destinados a famílias em áreas de risco ou insalubres.
Quem pode participar
O Programa Minha Casa, Minha Vida na modalidade até 50 mil habitantes é voltado a famílias com renda até R$ 1.600. Municípios e estados podem enviar suas propostas até o dia 30. O resultado da seleção sai em 27 de janeiro.

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Preço dos imóveis deve ficar estável em 2012


AE 08/12/2011 15:50
O preço dos imóveis no mercado brasileiro deverá se manter relativamente estável nos próximos anos, na avaliação do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Sady Simão. "Vimos um aumento significativo no passado recente e houve até excessos que já se acomodaram. Mas não vejo motivo para os preços aumentarem e tampouco baixarem", avaliou.
De acordo com Simão, o crédito imobiliário hoje representa 5,1% do PIB, ainda muito distante de países da América Latina, como o México, que hoje está em 12,5%. "Mesmo se dobrarmos o nosso nível não haverá problemas. Não há bolha coisa nenhuma", descartou. Segundo ele, 2012 será um ano positivo para o mercado imobiliário brasileiro e da construção civil, apesar da crise externa e de ser também um ano de eleições municipais, que poderia prejudicar o setor, com a suspensão de novos contratos.

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Crédito imobiliário deve subir até 40% em 2012

AE 07/12/2011 15:21
O presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Luiz França, estimou, nesta quarta-feira, que o crédito no setor deve crescer de 30% a 40% em 2012. Apesar de projetar uma desaceleração da economia do País, com alta menor do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012, na faixa de 3%, França avaliou que os bons níveis de emprego e renda continuarão a sustentar a expansão do crédito.
França também projetou que o crédito deve passar de quase 5% do PIB em 2011 para 11% até 2014. Ele ponderou, no entanto, que a expansão vai depender de captações no mercado financeiro. "A caderneta de poupança cresce cerca de 15% ao ano e, nos próximos anos, não será suficiente para abastecer os financiamentos. Chegará um momento em que o crédito terá de ser obtido por meio do mercado financeiro, o que é comum em outros países", disse.

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