quarta-feira, 13 de junho de 2012

Novas regras para financiamento da CEF passaram a valer desde segunda

11 de junho de 2012 • 10h19
Por: Fabiana Pimentel

SÃO PAULO - A partir de 11/06/2012, passaram a valer as novas regras da CEF (Caixa Econômica Federal) para os financiamentos da casa própria.

Entre as mudanças, está a redução dos juros e a ampliação de 30 para 35 anos o prazo do financiamento habitacional com recursos da poupança (SBPE) e alienação fiduciária.

Novas regras
Com novas taxas de juros, os imóveis financiados pelo SFH (Sistema Financeiro da Habitação) terão taxas variando de 8,85% ao ano (para todos os clientes) a 7,8% ao ano (dependendo do grau de relacionamento com o banco).

Fora do Sistema, as taxas foram reduzidas para 9,9% ao ano para todos os clientes, podendo chegar a 8,9% ao ano no caso de relacionamento com a Caixa.

Dessa forma, considerando os novos juros e o prazo de 420 meses, uma pessoa com renda familiar de R$ 10 mil, poderá financiar até R$ 280 mil, valor que pode passar para até R$ 303 mil, se o tomador de crédito for cliente da CEF, por meio da conta salário. Nas regras anteriores, independentemente do relacionamento com o banco, o mutuário financiava até R$ 267 mil.

Além disso, com as novas taxas, o cliente ainda pode optar por comprar o mesmo imóvel reduzindo seu encargo mensal. Para um financiamento no valor de R$ 267 mil, por exemplo, a prestação cai de R$ 3 mil para R$ 2.604, uma redução de 13%.

Fonte: InfoMoney

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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Cozinha Moderna

Texto Caroline Santos | Foto Rodrigo Estrella | Adaptação Ana Paula de Araujo

A pequena cozinha  de 3,4 m², que pertence a um jovem rapaz do sul do país que veio para São Paulo, ganhou decoração  moderna, planejada pela arquiteta Lucia Helena. Nela é possível encontrar cores e texturas diferenciadas. A seguir, confira mais detalhes do projeto e inspire-se!

























O balcão desenhado pela arquiteta foi executado em granito preto São Gabriel, o mesmo material da bancada interna. A área frontal do balcão foi revestida de placas de mármore preto importado, na medida de 30 x 30 cm, que agrupam peças de 5 x 5 cm com alturas diferentes, transmitindo um efeito exclusivo com a incisão de luz. Os bancos vermelhos de fibra de aço conferem modernidade. Os armários são de MDF branco com puxadores no modelo cava em alumínio escovado, o que facilita a circulação. Cooktop e forno elétrico completam a área da bancada.

Projeto: Lucia Helena; revestimento do balcão: Villerose; pedras: Marmoraria Polimarmore.


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Queda nos juros do financiamento pode atrasar a entrega dos imóveis

01 de junho de 2012 • 17h07
Por: Wel Oliveiraington Vital de

SÃO PAULO - Com a redução da taxa básica de juros para 8,5%, anunciada pelo Copom, na última quarta-feira (8), muitos bancos públicos e privados divulgaram as reduções nas suas taxas de financiamento, principalmente a do financiamento imobiliário, que já estarão menores na próxima semana.

A expectativa agora é que o setor imobiliário volte a ficar aquecido, já que no início do ano os juros do empréstimo estavam elevados e os consumidores não se mostravam propensos a comprar imóveis, no entanto, esse aquecimento pode trazer riscos para o consumidor.

Na opinião do especialista em direito imobiliário, Marcelo Tapai, o risco de o País sofrer com os atrasos novamente é muito alto. Isso porque o déficit habitacional no Brasil ainda é levado e muitas pessoas esperam os juros baixar para comprar o imóvel, o que provoca a corrida de lançamentos pelas construtoras, que muitas vezes não tem estruturas e nem caixa para erguer tais empreendimentos.

“As construtoras têm um limite de obras que podem financiar com os bancos e, quando lançam mais empreendimentos do que conseguem financiar, inevitavelmente atrasam as obras”, explica o especialista.

Histórico
A partir de 2008, o mercado de compra e venda de imóveis deu um salto no Brasil e a construtoras lançaram centenas de empreendimentos, que vendiam em um único fim de semana, no entanto, o resultado não foi o esperado. A maioria dos empreendimentos teve a entrega atrasada e, atualmente, a Justiça está repleta de ações de proprietários insatisfeitos.

Fonte: InfoMoney

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Quarto integrado ao closet

Texto Pauline Meiwald e Ana Paula de Araujo | Fotos André Wittner

Quem tem um quarto sobrando no apê, mas não sabe o que fazer com ele, pode derrubar paredes e transformar o ambiente em um closet. Essa foi a ideia da arquiteta  Andréa Gonzaga, aplicada em um apartamento de um casal em Santo André (SP). A suíte original tinha cerca de 10 m² e, com a integração de ambientes, ganhou, além do closet, um banheiro. Confira mais detalhes desta solução:

As cores claras sempre ajudam a ampliar. Neste caso, a escolha foi pelo nude nas paredes e pérola para o laminado do piso. Os móveis em laca branca fosca (inclusive a versátil prateleira acima da cama) recebe adornos com outros tons. A colcha em algodão com motivos florais deu delicadeza ao ambiente.




















O closet, também em laca branca fosca, possui portas de correr para que os proprietários aproveitem ainda mais o espaço. Na área de banho, o vidro jateado dá privacidade sem comprometer a claridade no box. Perceba a separação dos ambientes pelos dois tipos de revestimento no chão. O estreito espaço entre o box e o corredor foi aproveitado com uma pequena hidro. As pastilhas são as mesmas do box e da faixa acima da bancada.

Projeto: Andréa Gonzaga; marcenaria: Móveis Bennaton; pastilhas de vidro: Pastivitro.


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Construir imóvel pode ser 30% mais barato; veja prós e contras

30 de maio de 2012 • 08h32
Por: Welington Vital de Oliveira

SÃO PAULO - Para realizar o sonho da casa própria, os consumidores têm hoje várias opções. Mas em que seria melhor investir: num imóvel pronto para morar ou em um terreno, em que é possível começar do zero a construção?

Para Leonadro Paranaguá, diretor financeiro da Scopel, empresa de desenvolvimento urbano, a escolha de uma destas opções dependerá tanto do preço quanto do local.

Terrenos x apartamentos
A compra do terreno tem duas grandes vantagens: o poder de construir uma residência sob medida para sua família e o custo final. “Um imóvel pode sair até 30% mais barato quando a pessoa compra um terreno e depois constrói a residência”, diz Paranaguá.

Mas essa opção não está ao alcance de todos. Quem deseja morar em regiões centrais dificilmente encontrará um terreno disponível para construção a preços razoáveis. Em São Paulo, por exemplo, o consumidor só encontrará uma grande oferta de terrenos em bons loteamentos nas proximidades de rodovias como Castello Branco, Anhanguera ou Bandeirantes.

A opção pelo terreno também pode esbarrar na necessidade de aportar mais recursos. O problema está na oferta de crédito, mais restrita no caso da compra de um terreno.

“Hoje a vantagem de comprar um apartamento pronto é a opção do financiamento, que pode se estender por 30 anos sem nenhum pagamento relevante”, explica o diretor financeiro da Scopel.

Já quando alguém compra um terreno, os pagamentos estão concentrados durante a construção do loteamento. É preciso pagar todas as prestações do lote antes de iniciar a construção. Concluído o pagamento, o consumidor poderá tomar um empréstimo para começar a construir a residência. Bancos como a Caixa Econômica Federal possuem linhas de crédito para financiar o material de construção.

Preços dos imóveis
Hoje, os preços dos imóveis estão altos porque os valores dos terrenos estão subindo e os custos de produção e construção acompanham esta alta. Segundo Paranaguá, a margem de lucro das empresas de incorporação nunca foi alta, atingindo uma média de 15%.

“O preço do imóvel e do terreno tem ligação direta. Atualmente o custo médio de uma construção partindo do zero é de R$ 2 mil a R$ 2,5 mil por metro quadrado”, diz. Quando uma incorporadora vende um imóvel por R$ 10 mil o metro quadrado, por exemplo, é porque gastou em média R$ 6 mil com o terreno e a compra de licenças da prefeitura para a construção do imóvel.

Mas em geral, o preço do terreno não é tão alto. “O preço do terreno pode chegar até 40% do preço do imóvel dependendo do lugar”, explica Paranaguá.

Perspectivas
O diretor da Scopel não acredita que o preço dos imóveis poderá recuar no Brasil. “A demanda por imóvel residencial mantém a estabilidade anual, até porque todo ano novas famílias vão sendo formadas e buscam seu próprio imóvel. O mesmo não acontece no mercado imobiliário comercial, já que essa demanda é perigosa e pode cair”, explica Paranaguá.


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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Sala integrada à varanda

Texto Daniela Espinelli | Fotos Alexandre Dotta | Adaptação Ana Paula de Araujo

Por ser em formato longitudinal, com apenas 2,88 m de largura, não havia muito espaço para dispor os móveis nesta sala, e o espaço para a circulação poderia ser prejudicado. A proposta para resolver essa questão foi fazer uma integração com a sacada para ampliar e trazer mais claridade ao ambiente.























A varanda, que antes tinha uma porta de correr, foi integrada à sala, ampliando a área social em 4,21 m². Além de um novo espaço para convivência, demarcado pelo deck de madeira e pelo banco com futons, a luz natural tornou o ambiente mais claro. A bancada de estudos, com acabamento de laca branca brilhante, se estendeu até a área da varanda, ficando 1,35 m maior.























O sofá de camurça preta ocupa 2,28 m de extensão, permitindo um espaço de cerca de 1,5 m para a poltrona – de camurça creme – Gôndola, do designer Pierre Paulin.























O espaço destinado à sala de jantar passa a sensação de amplitude pelo uso do espelho ao fundo. Para não atrapalhar a passagem, a mesa com acabamento de laca branca foi encostada à parede. O banco com estofado de seda sintética prata pode acomodar até três pessoas.

Projeto: Ana Lucia Venelli Rozenblit e Sabrina Borges Salles (Spaço Interior – Arquitetura e Execução); cadeiras, banco, mesa, poltrona e mesas laterais: Breton.


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Feirão da CEF negocia mais de 13 mil imóveis no penúltimo fim de semana

28 de maio de 2012 • 12h03
Por: Fabiana Pimentel

SÃO PAULO - No último fim de semana, a Caixa Econômica Federal realizou o penúltimo evento do 8º Feirão Caixa da Casa Própria, com a negociação de 13.127 imóveis.

Durante os três dias de evento, 50.718 pessoas visitaram as feiras de Campinas, Porto Alegre e Uberlândia.

De acordo com a CEF, de 25 a 27 de maio, foram negociados mais de R$ 1,5 bilhões em contratos assinados e encaminhados.

Feirões pelo Brasil
No feirão de Campinas, foram assinados 2.553 contratos, no evento que reuniu mais de 25 mil imóveis, sendo 12 mil prontos e 13 mil novos ou na planta. Do total de imóveis ofertados, 11 mil atendiam o PMCMV (Programa Minha Casa, Minha Vida). “Este ano o evento se caracterizou por predomínio de vendas e negócios individuais, nos próximos dias muitos negócios ainda serão concretizados”, afirma o superintendente regional da Caixa em Campinas, Luiz Geraldo Paratelli.

Em Porto Alegre, foram assinados 7.924 contratos, durante o evento que ofereceu mais de 30 mil imóveis, sendo registrado um volume de mais de R$ 966 milhões em negócios.

No feirão de Uberlândia, foram comercializados mais de 2,6 mil imóveis, dos mais de 13 mil oferecidos no evento. O volume total de negócios feitos no evento foi de R$ 300 milhões.

Fonte: InfoMoney

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Sala com circulação

Por Gabriela Egito | Fotos Marcus Mendonça (Divulgação) | Adaptação Ana Paula de Araujo

Ao comprar este apartamento, as prioridades do morador recém-divorciado eram conforto, praticidade e valorização da vista para a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. O living deveria comportar home theater e sala de jantar. A designer de interiores Roberta Devisate apostou em tons neutros como cenário para a extensa parede em tom chocolate, oposta à estante em peroba, material que confere aconchego. Confira mais detalhes deste projeto para salas pequenas.























O painel que acomoda a TV tem efeitos de luz nas canaletas laterais. A parte superior, em laca branca, tem portas tipo báscula, com sistema a gás, que reduz ruídos. Ao fundo, as cortinas de gaze de linho mesclado receberam pingentes de madeira sisal e pedras. As chaises retráteis do sofá em chenille cotelê caramelo só ficam abertas na hora de assistir TV. O resto do tempo permanecem recolhidas, para liberar a circulação até a varanda.

Projeto: Roberta Devisate; cortinas: Arte Exclusiva; pingentes cortina: Atelier Helena Rocha e Luciana Sabino; sofá, mesa, cadeiras e espelho de piso: Empório Casa; tapete Mix Dull: Avanti; tela solar: Luxaflex.


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Governo estuda medidas para facilitar portabilidade do crédito imobiliário, diz Arisp

28 de maio de 2012 • 14h52
Por: Viviam Klanfer Nunes

SÃO PAULO - Com as reduções das taxas de juros anunciadas pelos bancos no Brasil, muitos consumidores resolveram transferir sua dívida habitacional de um banco para outro. Por conta do aumento do volume dos que querem fazer a portabilidade do crédito habitacional, o governo já estuda medidas que deverão facilitar esse processo.

Entre as mudanças, o objetivo do governo é facilitar o trâmite em cartório e permitir que parte do processo seja feito pela internet. De acordo com o vice-presidente da Arisp (Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo), Francisco Toledo, quando o interessado resolvia fazer a portabilidade da dívida, o caminho mais comum era quitar seu contrato com o banco atual e fazer um novo contrato com o banco novo.

Averbação ao invés de novo contrato
Porém, agora, a ideia é que não se faça mais um novo contrato, mas, sim, apenas uma averbação no contrato atual. Assim, os custos também serão menores. Um novo registro, de um imóvel no valor de R$ 368 mil até R$ 553 mil, é de R$ 1.792,21. Já uma simples averbação, para um imóvel do mesmo valor, sai por R$ 556,54.

A averbação será necessária para deixar claro que houve uma mudança no banco credor. De acordo com Toledo, isso sempre foi permitido, porém, como a portabilidade não era algo tão procurado, o mais comum era que o mutuário quitasse o primeiro contrato, dando início a um novo contrato com o novo banco.

Também está sendo estudado uma maior utilização da internet nos processo. O objetivo é que parte do processo de portabilidade da dívida seja feita online. “O objetivo é que o processo seja mais econômico e ágil”, diz Toledo, ressaltando que nada disso era realmente importante anteriormente, pois a procura pela portabilidade era muito pequena.

Fonte: InfoMoney

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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Falta espaço?

Texto Leonardo Valle | Foto Wagner Silveira | Adaptação Nara Cavalcante

Após um ano trabalhando em São Paulo, a moradora desse estúdio decidiu trocar o flat em que vivia por seu próprio apartamento. Com a ajuda da arquiteta e designer de interiores Helena Miceli, o imóvel escolhido transformou-se em um espaço clean e, aparentemente, maior do que seus reais 40 m².

Veja o resultado, e pegue ideias de como aumentar o ambiente de seu apartamento:























A sala ficou espaçosa e bem planejada. Mesmo com a pequena área do ambiente, o apartamento ganhou charme e uma decoração capaz de oferecer um melhor aproveitamento do lugar.



Atrás da parede arredondada se encontra o lavabo do apartamento. Para aproveitar o formato diferenciado dessa divisória, a arquiteta Helena Micelli acoplou a ela uma mesa da sala nela.



Para manter o visual claro, desejado pela moradora, optou-se por tons derivados de cinza e porcelanato no piso. Os vasos transparentes exploram ainda mais a atmosfera leve.



Originalmente, o studio não possuía divisórias e era totalmente integrado. Para aproveitar melhor a metragem, a arquiteta Miceli projetou uma parede em formato de “T”, o que possibilitou encaixar closet e home office.

O móvel baixo do quarto tem tripla função: abriga a sapateira; serve de assento; e guarda quadros e outros objetos da moradora.

O quarto continua com o aspecto de leveza e pureza, com cores claras como o verde e o lilás. Outra cor que completa o dormitório com a tranquilidade e a calma que o cômodo merecia, foi o cinza-claro.

Almofadas lilases e futon: Futon&Home; vaso e quadros: acervo pessoal.


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