terça-feira, 17 de julho de 2012

Ambientes unificados

Texto Patricia Galleto | Fotos Sidney Doll | Adaptação Ana Paula de Araujo

A reforma, comandada pelos sócios Marcelo Nunes, Luis Felipe Bernardini e Thaís Cunha, do DT Estúdio, deveria integrar a varanda – não utilizada pelos proprietários – ao living do apartamento, que passou a concentrar a sala de estar, o home theater e a sala de jantar. “Não tem sentido fazer microambientes se você pode ter uma sala que comporta todos os usos”, explica Nunes.

A palhinha, um ícone da arquitetura brasileira dos anos 1950, foi eleita para compor a estante e o painel, ambos em linhas horizontais, assinados pelo escritório. Colaboraram neste projeto a arquiteta Maki Hirai e a estudante de arquitetura Gabriela Molinos.

Flexibilidade tanto para assistir à TV quanto para receber os amigos: o desejo dos moradores explica a presença do pufe e das mesinhas soltas. “Em dias de festa, o pufe, que serve como descanso para os pés no cotidiano, torna-se mais um assento, e as mesas podem ser espalhadas, criando vários pontos de aperitivo e liberando a área central para circulação”, exemplifica Marcelo.

O biombo de palhinha, com sua leve transparência, separa o hall de entrada da sala de jantar e ainda ajuda a alinhá-la ao novo espaço, criado após a integração. Com o mesmo objetivo de centralizar, mas, dessa vez, ao living, a lareira ganhou uma caixa de inox. 

Projeto: DT Estúdio; mármore: Di Mármore; piso de madeira: Assoalhos Morumbi; iluminação: OfficeLux; marcenaria: Guilhem Marcenaria; paisagismo: Luísa Toledo; abajures e pendente da sala de jantar: La Lampe; quadros e obras de arte: Valoart; estofados: Clayf Tapeçaria; tapete do estar: Casa Fortaleza; tapete da sala de jantar: By Kamy; sofás: cadeiras, aparador e pufe: Breton Actual; mesa de centro: Montenapoleone; poltronas: Brentwood; almofadas: Veste Casa.


Onde encontrar:
DT Estúdio – Tel.: (11) 3032-4946 – www.dtestudio.com.br
Di Mármore – Tel.: – (11) 4138-9800; www.dimarmore.com.br
Assoalhos Morumbi – Tel.: – (11) 3744-4070 – www.assoalhosmorumbi.com.br
OfficeLux – Tel.: – (11) 2924-9995 – www.officelux.com.br
Guilhem – Tel.: – (11) 2947-5391 – www.guilhem.com.br
Luísa Toledo – Tel.: – (11) 3034-6216
La Lampe – Tel.: – (11) 3069-3949 – www.lalampe.com.br
Valoart – Tel.: – (11) 3081-8489 – www.valoart.com.br
Clayf Tapeçaria – Tel.: – (11) 2255-6350 – www.clayftapecaria.com.br
Casa Fortaleza – Tel.: – (11) 3049-1511 – www.casafortaleza.com.br
By Kamy – Tel.: – (11) 3081-1266 – www.tapetes.com
Breton Actual – Tel.: – (11) 5506-5248 – www.breton.com.br
Montenapoleone – Tel.: – (11) 3083-2300 – www.montenapoleone.com.br
Brentwood – Tel.: – (11) 3081-0370 – www.brentwood.com.br
Veste Casa – Tel.: – (11) 3085-1936 – www.vestecasa.com.br


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Novo conceito de comercialização torna imóveis de luxo acessíveis


17 de julho de 2012 • 09h39
Por: Viviam Klanfer Nunes

SÃO PAULO - Novo conceito de comercialização imobiliária permite a aquisição de imóveis de luxo, destinados ao lazer, em um sistema fracionado, sendo possível adquirir mansões, que valem milhões de reais, por alguns milhares.

Na prática, o interessado compra frações ou cotas das casas ou apartamentos, que lhe dará direito de usufruir os imóveis de duas a quatro semanas no ano. Cada casa é vendida para 8 ou 12 pessoas ao mesmo tempo, tendo todos a escritura do imóvel. Um imóvel, por exemplo, avaliado em R$ 2 milhões e vendido para 12 pessoas, sai, para cada um, por aproximadamente R$ 180 mil.

E cada um dos proprietários terá o direito de usufruir da residência por quatro semanas no ano, sendo duas semanas na alta estação e duas na baixa. É uma forma de adquirir um imóvel de alto padrão por um preço mais baixo em relação ao valor integral do empreendimento.

Intermediação
Quem faz a intermediação entre a construtora do empreendimento e os interessados em comprar os imóveis é a RCI Internacional. De acordo com o Diretor Brasil, Alejandro Moreno, a modalidade de venda já está consolidada fora do Brasil e parece ser uma tendência no País.

“É bastante interessante principalmente pela questão da segunda residência. Normalmente as pessoas compram uma casa na praia com investimento alto e pouca utilização”, avalia. Ou seja, a segunda residência acaba tendo uma ociosidade muito grande enquanto “a compra fracionada é muito mais racional”, diz.

Baixo investimento
Comprar na modalidade fracionada permite um investimento mais baixo, para um imóvel de alto padrão e com uma utilização muito mais intensa. Além disso, o dono de cada fração tem o direito de fazer o quiser com suas semanas de uso. Pode alugar para terceiro e emprestar para amigos, basta respeitar as regras impostas no contrato.

É uma forma de não perder dinheiro com a segunda residência, já que muitas vezes ter um imóvel para lazer é visto mais como uma despesa do que qualquer outra coisa. “A segunda residência normalmente fica parada a maior parte do ano. E quando o proprietário chega tem muito mais dor de cabeça, com a lista de itens que o caseiro apresenta para que sejam consertados, do que tranquilidade”.

Na modalidade fracionada, ainda conformo explica Moreno, é preciso pagar um taxa mensal para a manutenção do imóvel, como um condomínio, mas a casa está sempre pronta para receber os proprietários.

Uso racional
Além de permitir a aquisição de imóveis de luxo por preços mais acessíveis, Moreno ainda ressalta que é uma forma muito mais consciente de usar as casas “o imóvel não fica parado”, diz.

Atualmente, a RCI trabalha com 9 empreendimentos de luxo que são comercializados na modalidade fracionada, com perspectiva de crescimento no Brasil. Apesar de os imóveis serem de alto padrão, o público para essa modalidade não são pessoas extremamente ricas, classe AAA, mas sim aquela classe que embora tenha poder aquisitivo alto, não necessariamente teria condições de comprar o imóvel sozinho.

Fonte: InfoMoney

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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Apartamento de 60 m² com ambientes integrados depois da reforma

Publicado em 23 de Abril de 2012

Paredes dos ambientes sociais foram derrubadas e a marcenaria completou detalhes importantes do apartamento pequeno

Reportagem Ana Weiss (texto) e Deborah Apsan (visual) | Fotos Carlos Piratininga

“Este apartamento já estava na família havia algum tempo. Tinha pertencido à minha avó, depois a um tio. Quando vim morar aqui com minhamãe, no começo dos anos 2000, o layout ainda era o original. Só em 2008 demos a primeira remodelada no imóvel, que se resumiu basicamente à troca de revestimentos, tampos, metais e piso do banheiro e da cozinha. Como minha mãe não gostava da ideia de abrir a parede entre a cozinha e a sala, mantivemos a configuração. Em 2009, ela se casou novamente e acabou se mudando. No ano seguinte, o andré e eu decidimos então viver juntos aqui. Uma das primeiras providências que tomamos foi, enfim, integrar os ambientes sociais. Derrubamos toda a separação,mantendo só o trecho com o quadro de luz. Com a marcenaria resolvemos detalhes importantes na planta de 60 m2. Estantes, prateleiras enichos organizaram tudo e deixaram a casa com a nossa cara.”

Mariana Teixeira Weigand, arquiteta de São Paulo

Liberada, a passagem da cozinha para a sala virou ponto de encontro graças ao bar (Securit), de onde saem os expressos preparados por André. O móvel foi presente de casamento de Olegário Pereira Jr., sócio do casal no escritório A:M Studio.

Marcenaria disfarça essa passagem entre a porta de entrada e a sala.

Cozinha discreta. Passagem obrigatória para a sala, a cozinha teve o piso renovado na primeira reforma (porcelanato Portobello 65 x 65 cm). Na segunda intervenção, o espaço ganhou um painel de drywall (0,90 x 2,10 m) rente à geladeira. “Ele tornou o local mais reservado e ainda permitiu a instalação de uma luminária articulável, focalizada no pôster que cobre o quadro de luz logo em frente ”, conta a arquiteta.

Sala à vista. As prateleiras que ocupam o lugar da parede derrubada apoiam objetos sem atrapalhar a visão de quem entra no apartamento. Tanto elas quanto os armários baixos empregam MDF (cor nogal terracota, da arauco). Um deles foi projetado especialmente para abrigar o interfone.

Pouco uso, muita organização. Novas prateleiras revestidas de Formica, mesmo material dos armários colocados três anos antes, organizam os utensílios e guardam o micro-ondas, forno mais utilizado da casa. “A verdade é que usamos muito pouco a cozinha. O andré costuma até brincar que nosso fogão poderia ser feito de papel”, diz Mariana.

Compacto e perfeito 6. O banheiro de pouco mais de 3 m2 (2,70 x 1,20 m) ficou mais atual e colorido com o novo revestimento de pastilhas de vidro (2 x 2 cm, da Jatobá) no piso e nas paredes. “aqui também a marcenaria calculada ofereceu a solução para aproveitar cada canto”, fala a arquiteta. O material usado foi MDF padrão, pintado de branco.

Guarda-luz. No quarto de 10 m2, um dos lados da cama ganhou armário em vez de criado-mudo. Mas o móvel contempla um nicho de 35 cm de profundidade para a colocação de uma luminária. “Como antes só minha mãe usava a cama, o espaço previa apenas um apoio para leitura, algo que mudou com a vinda do andré para cá”, lembra Mariana. Também de MDF, o nicho recebeu revestimento de laminado plástico branco.

Sem sair da cama. Gavetas, prateleiras e bancadas deram conta de tudo que o casal queria pôr no quarto. “A gente gosta muito de ler aqui”, confessa Mariana, que incrementou a antiga cama box da mãe com uma cabeceira de MDF revestida de folha de madeira teca, mesmo material do criado-mudo.


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Projeto prevê facilidades para mutuários refinanciarem casa própria


11 de julho de 2012 • 18h45
Por: Juliana Américo Lourenço da Silva

SÃO PAULO - O mutuário que se sentir prejudicado por ter feito um financiamento imobiliário com juros elevados poderá aproveitar o movimento de queda das taxas e contratar uma nova operação para liquidar a antiga.
A medida está prevista no PLS (Projeto de Lei do Senado) 298/2006, aprovado, na última terça-feira (10), pela CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado.

Poupança
De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a medida, caso entre em vigor, remove um dos obstáculos a essas operações ao prever que  os montantes nelas previstos serão considerados para efeito de direcionamento obrigatório dos recursos de depósito de poupança.

Com a mudança, Paim prevê uma redução nos riscos envolvidos nas operações de crédito imobiliário. Segundo o relator, senador Cyro Miranda (PSDB-GO), a medida é importante para o cenário de queda de juros, “pois permitirá que ao devedor de um empréstimo imobiliário refinanciá-lo com taxas de juros mais baixas”.

Fonte: InfoMoney

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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Cozinhas moduladas para apartamentos


Numa cozinha, a primeira coisa que chama a atenção são os armários de cozinha. A maioria dos fabricantes de móveis produz cozinhas com diferentes padrões personalizados de acordo com o tipo de armários. A escolha do tipo de cozinha pode não ser fácil, contudo as cozinhas moduladas são uma boa alternativa. Saiba mais neste artigo e veja fotos de cozinhas moduladas.
Quando se pretende um projecto de cozinha novo, o mais fácil a fazer  é decidir o tipo de móveis que se pretende, tirar as medidas da divisão e ir até a loja, ou fabricante, escolher um módulo do tamanho pretendido. Claro, a maioria das cozinhas em edifícios residenciais não possuem medidas muito normais e os módulos não se encaixam ou são pequenos demais. Nesse caso a cozinha e armários podem ser fabricados com design, tamanho e padrão personalizados. Cada fabricante de armários de cozinhas e móveis em geral, oferece aos seus clientes várias performances diferentes do projeto de cozinha modulada (de módulo inteiro), e, claro, o preço final será afetado por estas mudanças.

Fotos de cozinhas moduladas

 






Projetos de cozinhas moduladas
Na fabricação convencional de armários de cozinha, quando se trata de produção em massa, o preço é ligeiramente mais baixo por causa do processo de fabrico. E na compra de cozinhas moduladas, não é preciso esperar um, dois ou mais meses pela sua fabricação. Contudo deve ter em mente quando encontra um belo armário de cozinha a um preço baixo, se não está a enfatizar o aspeto e aparência do módulo, em detrimento da qualidade do material.
Como pode dizer se uma cozinha modular e respetivos móveis são de qualidade?
Não é muito difícil. Deve olhar para a acessibilidade das portas e das gavetas – se são colocadas corretamente e com precisão e como são os acabamentos. Veja também se a frente dos armários da cozinha modulada está em linha com todos os outros detalhes do módulo.


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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Cozinha integrada tem mesa de jantar no lugar do balcão americano

Publicado em 16 de Maio de 2012

Entre a sala e a cozinha, o balcão americano dá lugar a uma mesa de jantar de 1,80 x 0,90 m. Agora, a conversa fica animada em torno dos petiscos.

Texto Luciana Jardim | Reportagem Visual Isabella Mendonça

Lendo uma reportagem publicada em MINHA CASA a jornalista Aline Ribeiro e o marido, o analista Roberto Nunes, perceberam que a cozinha antiga do apartamento deles poderia se modernizar e ficar mais aconchegante para receber os amigos. “Como boa mineira que sou, para mim esse é um ambiente de encontros, onde sempre começa uma gostosa conversa”, diz Aline, que mora em São Paulo há dois anos. A reforma começou pela demolição parcial de uma das divisórias. Na meia-parede restante, apoiou-se uma mesa. Além da integração com o estar, a interferência também dá a sensação de amplitude, bem-vinda ao imóvel de 55 m². Agora, o casal faz as refeições rápidas do dia a dia na área servida por banquinhos e, quando há convidados, pode acomodá-los, sem aperto, nas cadeiras que ficam na sala.

*largura x profundidade x altura. / preços pesquisados em janeiro de 2012, sujeitos a alteração.

Quanto Custou? R$ 12.558,00

Como a janela da cozinha volta-se para um pátio interno, foi possível ampliá-la depois de receber o aval do condomínio. De tão boa, a solução aumentou a claridade também na sala. A estrela do projeto é a mesa, que substitui o tradicional balcão americano. Sobre a base de alvenaria, com 75 cm de altura, instalou-se um grande tampo de MDF com acabamento laminado (1,80 x 0,90 m), fixado com mãos-francesas
O branco impera, mas, na lateral da mesa, uma faixa de parede exibe adesivo vinílico estampado, que acrescenta uma dose sutil de colorido. Outro ponto de cor marca presença acima da bancada da pia: em tons de dourado, prata e cinza, o revestimento cerâmico retangular tem paginação horizontal. Os pisos demarcam visualmente as áreas. na cozinha, ele é de porcelanato e, na sala, de madeira. Uma soleira de granito faz a transição.

Fonte: Casa.com.br

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Truques para aproveitar bem o espaço em um apê de 60m2

Publicado em 29 de Maio de 2012
Soluções criativas, como o uso de espelhos na sala e a integração desse ambiente com a cozinha, deram mais espaço ao apartamento

Texto: Daniella Grinbergas | Reportagem visual: Ângela Caçapava| Fotos Carlos Piratininga

A metragem enxuta deste apartamento poderia ter deixado o arquiteto paulista Daniel Tesser receoso na hora de fechar o negócio. Porém, ao analisar a planta, ele notou que bastariam alterações em algumas paredes para que os ambientes ficassem confortáveis. O rapaz gastou pouco mais de R$ 15 mil, entre mão de obra e materiais, para realizar uma reforma de seis meses. Agora, da porta de entrada, já se avistam cozinha, jantar, estar, escritório e quarto – cada cômodo tem sua área definida e surpreendentemente ampla. Quer saber quais os segredos do projeto de 60 m² tão bem resolvido? “Menos divisórias, piso claro, espelhos, muita luz natural, móveis encostados nas paredes e nada de peças atravancando a passagem”, lista Daniel.
Falta de espaço não é problema nesta casa. Com um projeto bem planejado e bem executado, somado a truques eficientes de decoração, o imóvel apertado tornou-se um lar aconchegante.
Acessórios emprestam cor à cozinha e à lavanderia: pano de prato estampado da loja A Partir de R$ 1,00 (R$ 2,75), espátulas de silicone coloridas (Oren, R$ 12 cada), vassoura verde Modern (Oren, R$ 35) e cesto multiuso verde Rischioto, de 30 litros, também da A Partir de R$ 1,00 (R$ 6,50).
Com 1,50 m de largura, a cozinha tinha um passa-pratos que incomodava o morador. A solução foi a abertura quase completa do ambiente, que passou a ser demarcado pelo balcão.
Posição estratégica da TV é ponto alto. A televisão aportou na parede do jantar: “Assim, fica à vista de quem está no sofá, na cozinha, à mesa, no escritório e na varanda”, justifica o arquiteto Daniel Tesser. Para valorizar essa superfície – a mais extensa do imóvel –, usaram-se massa texturizada e iluminação pontual, embutida na sanca. O piso de porcelanato claro propiciou unidade visual a toda a ala social.
Outro ângulo da sala.
Na varanda, deques de madeira no piso e no banco aquecem o visual. Estofado Siena (1,70 x 0,90 x 0,82 m), na Imperial, R$ 1 300. Tapete, Valentine (1,40 x 2 m), na Abdalla Imports, R$ 176,40.
Para não pesar no ambiente, o morador escolheu uma mesa com tampo de vidro e base de madeira em cruz. Seguindo a proposta de leveza, as cadeiras são de acrílico incolor e preto. Base da mesa: Arte II (62 x 62 x 76 cm) de madeira maciça, na Etna, 10 x R$ 44,99. Lustres: Pendente 4488, de inox escovado, na Lustres Yamamura, R$ 74. Tapete: sob a mesa, modelo Danúbio, na medida 1,40 x 2 m, na Abdalla Imports, R$ 96,40. O escritório, avistado do jantar, perdeu a parede de alvenaria e ganhou um painel corrediço de MDF branco. A peça traz originalidade e também a luz natural do home office. “O desenho foi inspirado nos traços do artista holandês Piet Mondrian”, diz Daniel.
Encostados na parede e somando 3,60 m de largura, os dois racks são curingas. Servem de assento – por isso os futons sobre os móveis – e guardam aparelhos de som e imagem, além de livros e garrafas de vinho. Racks, O Bolonha (1,80 x 0,45 x 0,50 m), de MDP, tem gavetas de MDF com acabamento brilhante, na Etna, 10 x R$ 89,99 cada.
No escritório, foram utilizadas soluções econômicas. Diferentes módulos de madeira (fora de linha), com nichos de 40 x 40 cm, foram empilhados, formando uma estante para os materiais de pesquisa do arquiteto. “Esse recurso saiu mais em conta que um móvel pronto”, afirma. Cavaletes e uma porta encapada com plástico para prancheta de desenho formam a bancada principal. Para filtrar a claridade, há dois painéis rolô de linho de 1 x 1,70 m (persiana Piwa, Etna, R$ 74,99 cada). Painel vazado, feito sob medida, de MDF branco, na Marcenaria Aliança, R$ 1 mil.
O closet também é local de diversão para Daniel ao abrigar a bateria eletrônica. As portas de madeira dos armários ajudam a abafar o som do instrumento, para não incomodar os vizinhos.
A porta original da suíte foi substituída por um modelo que corre do lado de dentro do quarto, poupando o espaço de abertura e garantindo melhor aproveitamento da área de 7,55 m². A porta do segundo quarto migrou do corredor para a suíte, virando o acesso ao closet.
Entregue pela construtora, a cerâmica branca do banheiro foi preservada. O requinte veio com a troca da bancada por uma peça com frontão que se estende pela parede, apoiando o espelho. Bancada, de marmoglass (70 x 40 x 9 cm). O frontão tem 1,40 x 0,02 x 0,18 m. Marmoraria Europa, R$ 620.
No quarto, painéis de MDF no padrão amêndoa (2,75 x 0,65 m cada) cumprem a função de cabeceira. As placas foram cortadas e fixadas diretamente na alvenaria. Piso laminado, Eucafloor, Prime nogueira natural (13 m², sem instalação), na Piso Rápido, por R$ 514. Criado-mudo, de MDF (40 x 45 x 58 cm), com tampo de vidro, na Hammy, por R$ 500.
Com menos divisórias, a cozinha (1) ganhou amplitude e liberou a vista para os demais ambientes. O escritório teve a parede do acesso demolida e substituída por um painel vazado (2). No outro quarto, transformado em closet, a porta mudou de lugar (3). A varanda foi incrementada: parte da jardineira deu lugar a um banco de concreto e madeira (4).

Fonte: Casa.com.br

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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Apê pequeno

Texto Ana Alice Santos | Fotos Divulgação | Adaptação Ana Paula de Araujo

Quem disse que pouca metragem é sinônimo de aperto? Os 36 m² de um jovem solteiro, projetados pela arquiteta Kika Tiengo, da Tango Arquitetura, provam que ambientes pequenos podem, sim, ser confortáveis. Para a profissional, as soluções para driblar a falta de espaço são alguns dos destaques da decoração, além das cores sóbrias e masculinas, e os revestimentos das paredes. A seguir, inspire-se nesse projeto para aproveitar melhor cada cantinho do seu apê pequeno:

A mesa ganhou dobradiças para deixá-la móvel. Esse foi outro recurso encontrado pela arquiteta para deixar a circulação livre, quando necessário, e driblar a falta de espaço. Cadeiras transparentes (Charles Eames) foram escolhidas para não pesar no visual. Além de não criarem um grande volume num espaço tão pequeno, harmonizaram com a decoração quase monocromática.

Sala
A sala de 11,5 m², integrada com a cozinha, recebeu móveis que pudessem ser utilizados de mais de uma maneira. “Por exemplo, o pé da mesa pode ser usado como móvel de apoio, e o banco pode ser usado como assento ou suporte para livros e objetos”, explica Kika Tiengo. O sofá foi feito a partir de um colchão e pode ser usado como cama. Como o ambiente é bem pequeno, a arquiteta optou por utilizar os mesmos revestimentos na sala e no quarto para dar a sensação de amplitude. Ela escolheu Tecnocimento para o piso e papel de parede.
Para o painel da TV, o material escolhido foi a folha wenge, a mesma utilizada na mesa, o que garante continuidade ao ambiente. O proprietário não queria rebaixar o pé-direito com gesso, o que permitiria mais recursos de iluminação. “Para criar uma luz mais agradável, foram usados pendentes para criar iluminação indireta. As lâmpadas também foram dimerizadas, permitindo o controle da intensidade da luz, de modo a criar diferentes climas”, explica a arquiteta Kika.

Uma porta de correr de 1,30 m de largura leva ao quarto e garante a privacidade quando necessário. Também com a intenção de fazer o ambiente parecer mais amplo, espelhos foram instalados na cabeceira e na parede lateral do quarto, que foi movida para a instalação de banheira no banheiro.

Quarto
O quarto de 9,40 m², que recebeu os mesmos revestimentos da sala no piso (Tecnocimento) e nas paredes (papel de parede), segue o estilo clean do apartamento. Nos armários de MDF com pintura em laca desenhados pela arquiteta para aproveitar cada cantinho, nada de puxadores: a arquiteta optou por recortes no estilo cava italiana para deixar o visual leve. “Não costumo colocar puxadores nas peças que desenho para evitar que elas fiquem muito datadas. Os puxadores sempre têm a cara de uma época. As cavas são mais neutras, nunca saem de moda”, explica a arquiteta. A cabeceira é de tecido e espuma, garantindo o conforto.

Cozinha
A cozinha de 7,40 m² tem armários com laminado melamínico branco e espelho jateado. Dividindo a sala da cozinha, a bancada de Nanoglass, que também conta com armários no lado de dentro. A bancada da pia também é de Nanoglass, o que garante harmonia ao espaço. Na parede da pia, um escorredor vertical economiza espaço sobre a bancada. A porta na esquerda da cozinha leva ao banheiro.

Banheiro
Para o proprietário, era muito importante ter uma banheira em casa. Por isso, a arquiteta reduziu o quarto para ter mais espaço no banheiro (5,40 m²) e instalar o item. O mesmo material (silestone) foi escolhido para a bancada e para revestir piso e parede, enquanto o gabinete recebeu laca. O apartamento não conta com área de serviço, e o morador não queria usar a lavanderia comum do prédio. A solução foi colocar o eletrodoméstico que lava e seca no banheiro. Uma parte da área de banho foi fechada para guardar vassouras, produtos de limpeza, baldes, etc.

Quanto custou?*
Nanoglass (cozinha): R$ 880 (o m²)
Silestone Unsui: R$ 1.200 (o m²)
Papel de parede: R$ 900 (o rolo)
Marcenaria: 10 x R$ 2.500
Luminárias: R$ 3.000

Projeto: Kika Tiengo (Tango Arquitetura); armários da cozinha: SCA; papel de parede: Wallcovering; sofá, cadeiras, cortinas, cabeceira: Veste Casa – Móveis e Tecidos para Decoração; bancadas da cozinha, bancadas e revestimentos do banheiro: Paraíso das Pedras.

* Preços consultados em março de 2012, sujeitos a alterações.

Onde encontrar: 
Kika Tiengo (Tango Arquitetura) – Tel.: (11) 3938-2031 – www.tangoarquitetura.com.br.
SCA – site.sca.com.br. 
Wallcovering – www.wallcovering.com.br.
Veste Casa – Móveis e Tecidos para Decoração – Tels: (11) 3085-1936 e 3061-5347.
Paraíso das Pedras – Tel.: (13) 3458-2244.


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Volume de negócios com fundos imobiliários recua em junho

04 de julho de 2012 • 18h20
Por: Diego Lazzaris Borges

SÃO PAULO – Os fundos de investimento imobiliário movimentaram R$ 176,52 milhões em junho,  o que significa uma queda de 11,97% ante o mês anterior, quando foram movimentados R$ 200,52 milhões, de acordo com dados divulgados pela BM&FBovespa.

Já a quantidade de negócios registrou aumento entre maio e junho deste ano. De acordo com a bolsa paulista, no sexto mês do ano, foram registradas 21.347 transações, ante as 15.369  verificadas no mês de maio.

Ainda de acordo com a bolsa, o mês passado terminou com 74 fundos imobiliários registrados e autorizados à negociação nos mercados de bolsa e balcão da BM&FBovespa, o que significa dois fundos a mais do que em maio.

O que são e como investir
Os fundos imobiliários podem deter participação em imóveis de diferentes tipos, como prédios residenciais, comerciais, industriais, galpões ou shopping centers.

Entre as vantagens de investir em imóveis por meio dos fundos, está a diversificação do portfólio com um capital menor e a isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos. Para ter esta isenção, o investidor pessoa física deve deter menos de 10% das cotas e o fundo precisa ter, no mínimo, 50 investidores, além de suas cotas serem negociadas em bolsa.

A compra e venda das cotas é feita por meio da corretora de valores. Por isso, é preciso ter cadastro em uma para conseguir fazer estas transações. Assim como as ações, as cotas dos fundos possuem códigos que devem ser digitados no home broker, para que a operação seja efetuada.

Fonte: InfoMoney

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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Financiamento imobiliário condicionado a compra de produtos é ilegal, diz Ibedec


04 de julho de 2012 • 11h30
Por: Agência Brasil

SÃO PAULO – Clientes bancários que buscam financiamento habitacional devem registrar um boletim de ocorrência em uma delegacia se o gerente da instituição condicionar a assinatura do contrato à compra de produtos financeiros. A orientação é do presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), Geraldo Tardin.

Segundo ele, o mutuário deve pedir ao gerente que coloque no papel os produtos que está oferecendo, assim como o condicionamento da assinatura do contrato a outros serviços. “Ele deverá ir à delegacia de polícia e fazer um boletim de ocorrência reclamando de extorsão, mesmo que o gerente não faça o documento. A prática de venda casada é crime e contraria o Código de Defesa do Consumidor”, disse à Agência Brasil.


Segundo ele, o mutuário deve pedir ao gerente que coloque no papel os produtos que está oferecendo, assim como o condicionamento da assinatura do contrato a outros serviços. “Ele deverá ir à delegacia de polícia e fazer um boletim de ocorrência reclamando de extorsão, mesmo que o gerente não faça o documento. A prática de venda casada é crime e contraria o Código de Defesa do Consumidor”, disse à Agência Brasil.

Geraldo Tardin ressaltou que essa é uma prática comum e abusiva. Ele citou o exemplo de um casal com renda familiar de aproximadamente R$ 3 mil que foi comprar uma residência de R$ 73 mil por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida. “Com o subsídio do governo, a casa foi para R$ 62 mil, algo assim. Na hora [de fechar o contrato], o gerente do banco queria vender um seguro de vida de R$ 1,2 mil. Como uma pessoa que ganha R$ 3 mil pode comprar um seguro de R$ 1,2 mil?”, indagou.

De acordo com o presidente do Ibedec, o casal recusou a proposta, mas só conseguir fechar o contrato porque o corretor que intermediava a negociação conhecia o funcionário do banco. “Mesmo assim, o corretor teve que comprar um título de capitalização de R$ 25 em nome da mulher para que o contrato fosse assinado”, disse.

Segundo Geraldo Tardin, esse tipo de prática abusiva também vem ocorrendo com o financiamento de veículos, pois há concessionárias que condicionam a liberação do crédito para a compra de carro à contração de despachante indicado pelo vendedor. “Na verdade, não é preciso despachante. É só pegar a nota fiscal da venda do carro, ir ao Departamento de Trânsito e registrar. São cobrados R$ 300, R$ 400 de serviço de despachante. Essa pratica é comum e abusiva”, reforçou.

Ele sugeriu a aprovação de um projeto de lei que obrigue os bancos a colocar em local de destaque nas agências o aviso de que a prática de venda casada é crime. “Passaria a ser uma ação institucional”, defendeu.

Esta semana, o Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional da República da 4ª Região, informou que pediu à Justiça o pagamento de indenização para clientes que tiveram de adquirir outro produto no momento de contratar financiamento na Caixa Econômica Federal. O MPF também quer que a Caixa dê publicidade por meio da imprensa da condenação que proibiu o banco de exercer a prática abusiva.

Em nota, o MPF informou ainda que o caso refere-se ao condicionamento da liberação de financiamentos, em especial habitacionais, à aquisição de outros produtos financeiros, sejam eles obrigatórios (seguros) ou não (abertura de conta, poupança, planos de capitalização etc.). O autor do parecer, o procurador regional da República Roberto Thomé, lembra que a venda casada é vedada pelo Artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor.

A Caixa informou à Agência Brasil que recorreu da decisão e que o processo está no Tribunal Regional Federal da 4ª Região aguardando julgamento dos recursos.

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