sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Financiamento de imóvel com recursos da poupança caiu 5% em junho

Comparação é sobre igual período de 2011; no semestre, empréstimos para financiamentos imobiliários atingiram R$ 37 bi

Por Welington Vital de Oliveira |13h55 | 26-07-2012

SÃO PAULO – O volume de empréstimos para financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança caiu 5% em junho deste ano, na comparação com igual período de 2011, segundo dados divulgados pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) nesta quinta-feira (26). De acordo com a associação, no sexto mês de 2012, foram emprestados R$ 7,4 bilhões de recursos da poupança para este tipo de financiamento.

No semestre, não houve variação nos financiamentos imobiliários com recursos da poupança, que atingiram R$ 37,04 bilhões.

Nos últimos 12 meses encerrados em junho, por sua vez, o crédito imobiliário chegou a R$ 80bilhões, 15% a mais que os últimos 12 meses anteriores.

Considerando as unidades financiadas, no mês de junho, elas somaram 48 mil, um dos melhores meses de atividade do período. Em comparação ao mesmo mês do ano passado, houve queda de 10%. No semestre, foram financiados 214,3 mil imóveis, 9% a menos do que o apurado no mesmo período de 2011. Em 12 meses, foram financiados 470,8 mil imóveis.

Captação líquida
Em junho, a captação líquida da poupança (depósitos menos saques) ficou positiva em R$ 4 bilhões, valor superior ao R$ 1,1 bilhão apurado durante o mesmo período de 2011.

Entre janeiro e junho, os depósitos nas cadernetas de poupança superaram os saques em mais de R$ 12,5 bilhões, superando os R$ 9,4 bilhões registrados no primeiro semestre de 2011.

Os dados se referem apenas ao SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), cujos recursos são destinados ao crédito imobiliário.

Fonte: InfoMoney

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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Home office pequeno

Texto Douglas Galan | Fotos Alexandre Dotta e Sidney Doll | Adaptação Ana Paula de Araujo

Para ter um home office, não é preciso separar um cômodo da casa para essa finalidade. Integrados, ocupam pouco espaço e ficam ainda mais compactos pela ausência de fios. Veja, a seguir, cinco opções de decoração e inspire-se para montar o seu cantinho profissional ou mesmo um local para deixar o computador e organizar documentos.

Discreto e funcional

Apesar de ter apreciado as boas dimensões da varanda quando decidiu adquirir o imóvel, a arquiteta Flavia Wahba, sócia do escritório MWR Arquitetura, propôs uma pequena reforma antes de se mudar. Como sabia que a sacada iria despertar pouco interesse da família, a proprietária utilizou a faixa retangular de área externa para aumentar a sala do apartamento. Além de expandir o living, a transformação também criou um espaço apropriado para o escritório.

Função
A área pode ser pequena, mas serve para leitura, trabalhos e até para a exibição de conteúdos de informática no plasma. A conexão sem fio também permite acessar a internet e executar impressões com equipamentos que ficam disponibilizados em outros lugares da casa. “Eles ocupavam bastante espaço e não eram visualmente atrativos. Por isso, foram deixados em locais onde não interferem na decoração”, explica Flavia.

Praticidade
Para utilizar o notebook sem que o reflexo vindo da janela atrapalhe, basta fechar a cortina. Mas, se a intenção é curtir os raios de sol para uma leitura à luz natural, o acessório permite abertura integral.

Integração
Além do escritório, estão incorporados ao living o home theater, a lareira, a sala de jantar e o bar. O ambiente amplo propõe a ideia de reunir toda a família e receber amigos.

Decoração
Um aparador revestido de couro foi o suficiente para abrigar o computador portátil. Discreto, o local dá continuidade à proposta decorativa da sala, que explorou tons sóbrios e escuros, como o cinza e o preto. As tonalidades e os materiais usados ajudaram a ocultar ainda mais o home. A cadeira com encosto de tecido Aubusson, estilo Luis XV, traz refinamento e elegância. Acessórios de iluminação bastante originais, como a luminária de chão em formato de refletor e o abajur com cúpula de fios de seda, ambos trazidos de viagens ao exterior, direcionam a luz para a leitura.

A mistura do estilo clássico com linhas mais retas foi uma das apostas decorativas. O espaço do bar é um bom exemplo para explicar a escolha. O móvel antigo, herdado de família e do qual a proprietária não abria mão de ter por perto, ganhou espelho com efeito bisotê no tampo. Junto estão luminária e acessórios modernos. Materiais nobres como o couro, o mármore Limestone Bateig Blue do piso, o jacarandá dos bancos, e tecidos finos, como veludo ou seda, são bastante apropriados à combinação de influências.  

Projeto: Flavia Wahba, Lilian Melo e Patsy Rieper (escritório MWR Arquitetura); piso Limestone cinza Bateig Blue: Neogran; marcenaria: Oswaldo; sofá e aparador de couro: Empório Beraldin; poltronas Le Cobusier e mesa de jantar: Forma; pufe listrado: My House; mesa de centro: Juliana Benfatti; mesa lateral preta: Erea; mesa lateral de aço inox: Sarinox; espelho do bar: W Rahal Vidros; cortinas: Jo Ferraz; tecido de veludo liso: Donatelli; cadeiras de jantar: Breton; imagem de prédios: TergoPrint; quadro sobre o bar, de Eduardo Climachauska: Galeria Fernandes; iluminação: MD Estúdio; abajur sobre a mesa de escritório, lustre-tripé e luminária do bar, modelo Campari, de Ingo Maurer: comprados em viagem; cadeira: Novo-Antigo; cactus: Anni Verdi; tapete e mesa usada como aparador no bar: acervo dos proprietários.

É possível trabalhar no corredor? Sim!

Na circulação entre os quartos, havia um amplo espaço, então, a arquiteta Flora Cukierkorn logo pensou em dispor ali o escritório da casa. A ideia era aproveitar uma área para o home office sem que fosse necessário utilizar um dos dormitórios.

Decoração
A marcenaria utilizou a laca branca e a madeira freijó na composição dos armários. Como o espaço é pequeno, a cor tornou-se imprescindível, deixando o ambiente mais amplo, iluminado e tranquilo. Para tornar o local mais aconchegante, a parede do lado oposto aos armários ganhou nichos de gesso e revestimento de palha de seda importada, tudo com direito à iluminação direcionada para dar um bom efeito visual.

Integração
Dispor o escritório no espaço de circulação tornou o ambiente mais intimista e calmo. As portas de acesso aos três quartos estão todas voltadas para ele, de maneira simétrica e calculada, o que não atrapalha o movimento.

Praticidade
O escritório duplo permite o uso simultâneo por duas pessoas. As bancadas voltadas para a parede servem de apoio para o computador ou para a leitura. Já a ilha central, que também pode ser utilizada por ambos os usuários, fica livre para o acesso. Ajustados ao dinamismo, os gaveteiros volantes (embaixo da bancada central) e as cadeiras giratórias oferecem mobilidade para os objetos mais requisitados durante o trabalho.

Função
No dia a dia, o local é bastante concorrido: funciona tanto para os trabalhos dos adultos quanto para o dever de casa dos flhos. O computador também é usado para acesso à internet e para os jogos em rede que os adolescentes tanto gostam.

Projeto: Flora Cukierkorn; piso: Gasômetro Pisos; marcenaria e gaveteiros: Ypê Campos; passadeira: desenho de Flora Cukierkorn e execução de Santa Mônica Tapetes; cadeiras: Tok & Stok; acessórios de escritório e decoração: Grifes & Design, Le Lis Blanc Home e acervo pessoal; papel de parede: Wallpaper; gravuras: Arte Própria.

Na varanda

Para o executivo, não havia, no apartamento, um espaço para trabalhar e manter a concentração durante os estudos. Como a sacada, ligada ao quarto do casal, era pouquíssimo utilizada, foi integrada ao dormitório para se tornar o local do descanso e, ao mesmo tempo, o escritório doméstico que faltava. 

Decoração
Entre as influências que nortearam o trabalho das arquitetas Sandra Davison e Veridiana Sampaio, estão o rústico, o artístico e o contemporâneo. Junco e madeira, como nos criados-mudos, garantem o aconchego. Já as peças de arte refletem o apreço dos proprietários por esses objetos. As listras na parede da cabeceira da cama foram feitas a partir do drywall – “gesso acortonado, que utiliza lã de vidro em sua estrutura e substitui o trabalho feito com alvenaria”, explica  Sandra.  Os frisos foram feitos em desnível para disfarçar pequenas imperfeições na parede, como tomadas e condicionador de ar. As cores branca, fendi e verde foram as eleitas para compor a decoração.

Função 
A área não precisava ser grande: apenas uma bancada era suficiente para concentrar tudo que o proprietário utiliza. Móveis enxutos, simples e práticos supriram a necessidade.

Integração
Para manter a unidade entre os espaços, o piso da varanda foi nivelado com o do quarto, e os dois ambientes receberam o mesmo tipo de revestimento. A porta de correr com frisos conta com uma vedação em volta, para garantir isolamento acústico. Assim, a esposa, quando quer, pode assistir à TV na cama tranquilamente, sem atrapalhar o marido.

Praticidade
O ambiente angulado ganhou marcenaria e acessórios na cor branca. O predomínio da tonalidade suaviza o espaço e se faz necessária no office, já que, bem próximo, fica o local de descanso. Como o local é estreito, optou-se por poucos elementos decorativos. O vaso de plantas confere à varanda sua característica trivial de manter o contato com a natureza, enquanto a persiana regula a entrada de luz natural no ambiente e possibilita o acesso à paisagem.

Projeto: Sandra Davison e Veridiana Sampaio; cadeira So Happy e peseira: by Design; cama: Bless; colcha percal 200 fios e manta de tricô: Mundo do Enxoval; marcenaria: Milenium; pisos: Carpete Express; luminárias: Lustres Yamamura; persianas: Progetto; tapetes: Casa Fortaleza; criados-mudos de junco: Régio.

Cantinho da concentração

No apartamento de 100 m², as alterações na planta original ofereceram espaço e integração para novos ambientes. Um dos dormitórios foi aberto para a sala, ampliando a área de estar. Como a dependência de empregada não era utilizada, também foi modificada. Aberto em direção ao living, o pequeno cômodo criou a perspectiva de conciliar trabalho e convívio familiar. Assim, a união da sala com o novo office rendeu amplitude e funcionalidade para o apartamento.

Decoração
Como o espaço reservado ao escritório é pequeno (apenas 4 m²), as intervenções de marcenaria foram bem simples. Fernanda Marques, arquiteta responsável pelo projeto, optou por linhas retas e cores claras, para dar sensação de amplitude. A madeira laqueada branca, utilizada nos armários e na bancada, cria uma identidade com o mármore branco da sala. “Além disso, há pouca incidência de iluminação natural, o que pediu um visual mais leve nos materiais escolhidos”, acrescenta a arquiteta. Na divisória entre a sala e o escritório, nichos guardam artigos de decoração e livros. Na sala, o estilo contemporâneo conta com madeira, acrílico e outro artifício bastante eficaz para ganhar espaço: o espelho.

Integração
“Como é um escritório usado de vez em quando, optamos por deixar os espaços unidos, de forma que ambos ganhassem: o home office em luminosidade, e a sala de estar em amplitude. Para isso, utilizamos os mesmos materiais nos dois ambientes e fizemos a bancada como uma continuação do móvel do home theater”, explica Fernanda.

Praticidade
A marcenaria clean esconde prateleiras que guardam livros e materiais de trabalho. A bancada, que também reserva gavetas quase imperceptíveis, ganhou iluminação direcionada acoplada à parte inferior dos armários, contribuindo para a realização das atividades e das tarefas às quais se propõe. Nesse quesito, a luz indireta de todo o ambiente também ajuda.

Função 
O home office é usado esporadicamente pelos filhos e pelo casal. Foi solicitado à arquiteta um espaço para uso eventual, ora para a lição das crianças, ora para marido e mulher recorrerem ao computador. Por isso, deixá-lo à mostra facilita todas as atividades para as quais foi projetado.

Projeto: Fernanda Marques; marcenaria do escritório, móvel baixo da TV e mesas de centro: Marcenaria Planalto; cortinas: Sol e Art; cadeira do escritório: Dpot; iluminação: Futura; livros: Arte Leitura; quadro sobre a bancada: Mariana Orsi; porta-lápis: Tok & Stok; caixas de couro e bowls de acrílico: Interni; cadeiras de acrílico da sala, poltronas Zig Zag: Acrilar; sofá: Arredatori; tecidos das almofadas: JRJ Tecidos; cerâmicas dos nichos e bandeja sobre o móvel: LS Selection; garrafas: Conceito: Firmacasa; copos: L'oeil; TV: Fast Shop; espelhos: JM Vidros; papel de parede: Kaelio; flores: Flavia Rocco.

Na cabeceira

A cama baixa é tendência na decoração. Mais charmosa que a tradicional e que a cama-box, essa modalidade de móvel não conta apenas com estilo. Neste projeto da arquiteta Viviane Dinamarco, ela também é prática. A peça, feita sob medida, incorporou junto à cabeceira uma bancada de vidro, para dar lugar ao escritório.

Decoração
Feito de laca branca, o mobiliário, além de prático, causa um efeito estético bastante apropriado. Acompanhando o móvel, a escolha correta dos materiais privilegiou artigos neutros, como o metal, o vidro e as estampas claras. Destaque para a camurça ultrasuede bege que reveste a cabeceira da cama e influencia na escolha dos enxovais e dos complementos.

Função
Para a proprietária, era indispensável ter em casa um local reservado, no qual pudesse concentrar-se no trabalho. Como a idéia não era abrir mão do espaço destinado ao conforto nem do closet, a solução foi disponibilizar o office de maneira inteligente, compacta e prática.

Integração
Na parte detrás da cabeceira, a prancha de vidro acompanha as dimensões do móvel. Por isso, o espaço é mais do que suficiente para agrupar computador, livros e acessórios. Apoios laterais, como o gaveteiro, ajudam a guardar a papelada. Nichos abaixo e acima da bancada escondem objetos, como os acessórios de informática e os materiais de escritório.

Praticidade
A marcenaria é o grande mérito do quarto. Foram os recursos de design do móvel central do dormitório (que inclui cama e escritório) que possibilitaram a organização e a funcionalidade do cômodo. A cabeceira alta cria uma divisória entre os dois espaços, além de oferecer uma alternativa para decorar com pequenas peças.

Projeto: Viviane Dinamarco; cama e marcenaria: Marcenaria Cantareira; roupa de cama: Blue Gardênia; cabeceira: Arte Markante com tecido da JRJ Tecidos; cadeira: Tok & Stok; vidros: Eder Vidros; persianas: Arthur Decor; objetos de decoração: Área Objetos; objetos de escritório: LS Selection.

Onde encontrar:
Acrilar – Tel.: (11) 3362-0899 –  www.acrilar.com.br. 
AnniVerdi – Tel.: (11) 3064-7924 – www.anniverdi.com.br. 
Área objetos – Tel.: (21) 3204-0770 – www.areaobjetos.com.br. 
Arredatori – Tel.: (11) 3201-4000 – www.arredatori.com.br. 
Arte Leitura – Tel.: (11) 9434-1879.
Arte Própria – Tels.: (11) 3088-6696, 3088-3112, 3294-1390 e 3294-1392 – www.artepropria.com.br. 
Arthur Decor – Tel.: (11) 3087-5834 – www.arthurdecor.com.br. 
Bless – Tel.: (11) 3088-9311.
Blue Gardenia – Tels.: (11) 3881-7717 e 3842-4310 – www.bluegardenia.com.br. 
Breton Actual – Tels.: (11) 3062-5052, 5506-5248, 4362-5244 e (21) 2108-8244 – www.breton.com.br. 
By Design – Tel.: (11) 3043-9388 – www.bydesign.com.br. 
Carpete Express – Tel.: (11) 3043-9191 – www.carpetexpress.com.br. 
Casa Fortaleza – SAC (11) 3049-1511 – www.casafortaleza.com.br. 
Conceito: Firmacasa – Tels.: (11) 3068-0380 e 3086-3892 – www.conceitofirmacasa.com.br. 
Donatelli – SAC: 0800-127-878 – www.donatelli.com.br. 
Dpot – Tels.: (11) 3082-9513 e 3043-9159 – www.dpot.com.br. 
Empório Beraldin – Tel: (11) 3512-7320 e 3032-8200 – www.emporioberaldin.com.br. 
Érea – Tel.: (11) 3062-8590 – www.erea.com.br. 
Fast Shop – Tel.: (11) 3232-3100 – www.fastshop.com.br. 
Flavia Rocco – Tel.: (11) 3722-2220 – www.flaviarocco.com.br. 
Forma – Tel.: 0800-552-468 – www.formahome.com.br. 
Futura Iluminação – Tel.: (11) 3083-4377.
Galeria Fernandes – Tel.: (11) 3812-3894 – www.galeriaeduardohfernandes.com. 
Gasômetro Pisos e Madeiras – Tel.: (11) 3228-1522 – www.gasometromadeiras.com.br. 
Interni – Tel.: (11) 3081-1664 e (21) 2266-1414 – www.interni.com.br. 
JRJ Tecidos – Tel.: 0800-552-718 – www.jrj.com.br. 
Juliana Benfatti – Tel.: (11) 3083-7858.
Kaelio – Tel.: (11) 2674-9333 – www.kaeliopapeisdeparede.com.br. 
Le Lis Blanc Casa – Tel.: (11) 3083-2549 – www.lelisblanc.com.br. 
LS Selection – Tel.: (11) 3168-3303.
L'oeil – Tels.: (11) 3897-8787 e 3085-3211 – www.loeil.com.br. 
Lustres Yamamura – SAC: 0800-772-0723 – www.yamamura.com.br. 
Marcenaria Cantareira – Tel.: (11) 2996-2352.
Marcenaria Planalto – Tel.: (11) 4704-8867.
Mariana Orsi – www.marianaorsi.com.br
Milenium – Tel.: 4975-4139 – www.marcenariamilenium.com.br. 
Mundo do Enxoval – Tel.: (11) 3758-4945 – www.mundodoenxoval.com.br. 
Neogran – Tel.: (11) 2607-4336 – www.neogran.com.br. 
Novo Antigo Móveis – Tel.: (11) 3845-0725 – www.novoantigo.com.br. 
Progetto Persianas – Tel.: (11) 5083-0855 – www.progettopersianas.com.br. 
Santa Mônica Tapetes e Carpetes – Tel.: (11) 3085-1866 – SAC: 0800-160-255 – www.smonica.com.br. 
Sol e Art – Tel.: (11) 3167-1851 – www.soleart.com.br. 
TergoPrint – Tel.: (11) 3585-0500 – www.tergoprint.com.br. 
Tok & Stok – SAC: 0800-701-0161 – www.tokstok.com.br. 
Wallpaper – Tels. (11) 3062-2899 e 3032-9811 – www.wallpaper.com.br. 
W Rahal Vidros – Tel.: (11) 3872-3284 – www.wrahalvidros.com.br.


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FGTS vai liberar mais 12,7 bilhões para financiamento da habitação

Do total de recursos destinados à habitação, mais de R$ 10 bilhões serão enviados para reforçar os programas de habitação populares

Por Agência Brasil |8h44 | 25-07-2012

SÃO PAULO - Os conselheiros do Fundo Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) decidiram ontem (24) disponibilizar mais R$ 12,7 bilhões para financiamento da habitação. Desse total, R$ 10,7 bilhões serão para o reforço de programas de habitação popular e R$ 2 bilhões para aumentar o subsídio de compra de casa própria por famílias de baixa renda.
Com o acréscimo, o orçamento do FGTS este ano sobe de R$ 43,9 bilhões para R$ 56,6 bilhões – cerca de 28,9%. Os recursos serão assim distribuídos: R$ 36,6 bilhões para habitação popular, R$ 6,4 bilhões para subsídios, R$ 5 bilhões para saneamento, R$ 5 bilhões para infraestrutura urbana, R$ 2,5 bilhões para a compra de certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e R$ 1 bilhão para o Programa Pró-Cotista, que concede juros a menores com conta vinculada ao FGTS.
De acordo com a prestação de contas do FGTS de 2011, analisada pelo conselho curador do fundo hoje, foram investidos R$ 42 bilhões em habitação popular, R$ 4,8 bilhões em saneamento e R$ 4 bilhões em infraestrutura – principalmente no âmbito do Minha Casa Minha Vida e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2. A auditoria do FGTS foi feita pela Caixa Econômica Federal e pela empresa Price Waterhouse Coopers.

Fonte: InfoMoney

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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Como decorar cozinhas pequenas

Por Aline da Palma Rosa | Fotos Leandro Andrade | Adaptação Nara Cavalcante

Uma das soluções que a arquiteta Ligia Resstom encontrou para fazer os 13 m² desta cozinha renderem foi aproveitar todas as paredes com armários e prateleiras. Sobre a bancadas, os módulos de MDF branco suspensos receberam portas de correr de vidro também branco e no armário inferior, as portas e gavetas têm puxadores embutidos para deixar o visual mais clean.

As pastilhas brancas e pretas que cobrem as paredes, onde estão pia e fogão, lembram desenhos pixelados. O visual fica sofisticado com o granito preto São Gabriel, que serve também como frontão para o fogão e vai até o teto. O mesmo material compõe a bancada para refeições. No restante das paredes foi aplicada cerâmica de 33 x 66 cm na cor White Plain Lux, entrando em sintonia com o piso coberto com porcelanato padrão Day Light de 60 x 60 cm.

A bancada da pia ganhou gabinete com armário de porta basculante e um módulo aéreo para aproveitar o espaço entre a janela e a parede lateral.

Ao lado do refrigerador, uma bancada com o mesmo granito preto acomoda vidros e temperos. Abaixo, gavetas para utensílios e enxoval. Na parte superior, um nicho abriga o micro-ondas.

Projeto: Lígia Resstom; marcenaria: Florense.

Onde encontrar:
Lígia Resstom – www.ligiaresstom.com.br 
Florense – Tel.: (11) 4191-6885


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Aumento do crédito imobiliário causa maior endividamento das famílias

De acordo com o BC, o endividamento das famílias com o financiamento habitacional passou de 27,2%, em janeiro de 2009, para 31,2%, em abril de 2012

Por Agência Brasil |14h58 | 26-07-2012

SÃO PAULO - O aumento do endividamento das famílias é devido “em boa parte à expansão dos financiamentos habitacionais”, avaliou hoje (26) o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel.

De acordo com Maciel, em janeiro de 2009, o volume total das dívidas das famílias em relação a um ano de renda correspondia a 32,15%. Em abril deste ano, o percentual ficou em 43,3%. Ao ser retirado desse cálculo, o endividamento das famílias com o financiamento habitacional passou de 27,2%, em janeiro de 2009, para 31,2%, em abril de 2012.

“Isso é uma evidência de que grande parte do crescimento do endividamento decorre da expansão do crédito imobiliário, que é algo positivo. As famílias estão constituindo patrimônio, tendo melhoria de qualidade de vida”, destacou Maciel.

Maciel argumentou ainda que a expansão do crédito no país vem acompanhada do crescimento da renda das famílias. “Tem um aumento expressivo de emprego e também melhoria de salários. O crédito cresceu porque a capacidade de pagamento das famílias permitiu isso”, acrescentou.

De acordo com Maciel, o comprometimento da renda mensal das famílias com o pagamento de dívidas com o sistema financeiro “tem mostrado estabilidade desde o primeiro semestre do ano passado”. Em janeiro de 2010, o percentual era 19,7%. No mesmo mês do ano passado, chegou a 19,8% e subiu para cerca de 22% em agosto do ano passado. Em abril de 2012, esse percentual ficou em 22,1%.

A redução no valor que as pessoas precisam desembolsar, por mês, para pagar as dívidas ocorre porque os prazos para pagamento estão maiores, influência do crescimento do financiamento habitacional. Com os prazos maiores, as parcelas dos financiamentos também ficam menores. Outro fator, continuou Maciel, para a diminuição do comprometimento da renda é a redução das taxas de juros.

Fonte: InfoMoney

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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Vai construir ou comprar a casa própria?

Por Ana Paula de Araujo | Fotos Shutterstock
Conquistar a casa própria é o sonho de consumo de muitos brasileiros, mas realizar esse desejo está cada vez mais fácil com os inúmeros tipos de financiamentos e incentivos do governo. Nesse caso, fica a dúvida: o que é mais vantajoso, construir ou comprar o imóvel já pronto? A resposta é: depende de sua necessidade. “Quando vamos tomar uma decisão, é importante ponderar e analisar todas as opções. Deve haver planejamento. Coloque no papel, junto aos preços, a questão do prazo, tempo para acompanhar a obra e outros parâmetros, como região e outros fatores importantes para a família. Não dá pra falar só em custo”, diz Gisleine Coelho de Campos, engenheira civil e responsável pelo Centro de Tecnologia de Obras de Infraestrutura do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas). Por isso, comparamos os dois métodos para que você mesmo decida qual se encaixa em seu perfil. Acompanhe:

Peso no bolso
É difícil definir qual maneira sai mais em conta. Isso porque são muitas as variáveis, como preço e condições do terreno, contratação da mão de obra, escolha dos materiais, cronograma da construção e documentação. “Neste momento, é importante a ajuda de um profissional experiente para a tomada de decisão, pois o custo de construção dependerá de algumas sutilezas, tais como, custo das soluções arquitetônicas, métodos construtivos, disponibilidade de profissionais para executar o projeto e recursos, velocidade da obra e especificações de acabamento”, explica o engenheiro civil responsável pelo blog engenheironline, que prefere não revelar seu nome.
A dica, então, é colocar todos os custos de cada alternativa na ponta do lápis e, ao fim, ver qual opção é o mais econômico.

E se o dinheiro acabar?
“Existe a hipótese de não conseguir cumprir seu orçamento e prazo caso o planejamento não seja bem executado”, afirma Gisleine. É um risco que se corre ao optar por construir. “Quando se compra o imóvel pronto, pode ser que aconteça isso, mas o comprador não terá essa experiência, afinal, entrará em uma etapa seguinte”, completa.

Do seu jeito
Se o seu sonho é ter uma casa com a sua cara, o melhor a ser feito é conceber seu lar desde o começo. “Quando você vai construir, desde que tenha um profissional especializado ao lado, consegue dimensionar o projeto que melhor atende suas necessidades e desejos, como, por exemplo, ter uma cozinha maior, um quarto menor etc.”, garante Gisleine. Mas é possível reformar o imóvel comprado pronto, não é? Nem sempre, explica a engenheira. “Às vezes, por limitações técnicas do próprio projeto, não é possível derrubar uma parede, impedindo de ampliar uma sala ou fazer uma varanda”, exemplifica. “Já no imóvel pronto, temos a provável falta de adequação plena ao programa de necessidades do cliente”, completa o profissional do enhenheironline.

Burocracia
Não tem como fugir da papelada em nenhum dos casos, mas o trabalho maior fica para quem escolhe construir sua própria casa – é preciso comprar o lote, regularizá-lo, fazer o projeto, obter autorização da prefeitura e, depois da construção, regularizar o imóvel para o cálculo de IPTU para, então, o imóvel estar devidamente registrado. “Quando se compra o imóvel pronto, alguém já fez isso, basta passar a escritura para seu nome”, arremata a pesquisadora do IPT.

Tempo é dinheiro
Se falta tempo para acompanhar a obra, o melhor negócio a ser feito é comprar a casa já pronta, afinal, é preciso contratar um profissional para o planejamento, escolher os materiais e a empresa responsável pela execução do projeto. Por outro lado, lembra o engenheironline, ao optar por construir do zero, é possível adequar o cronograma da obra à disponibilidade de caixa.

Ai, que dor de cabeça...
Sem dúvida, acompanhar tudo de perto, organizar os recursos financeiros, contratar mão de obra, planejar cada detalhe, é desgastante. Mas isso não significa que comprar a casa já pronta é uma opção livre de infortúnios. “Ao comprar o imóvel, nem sempre se tem a garantia exata da qualidade dos materiais. Podem ocorrer problemas de manutenção, nas instalações, vazamentos e entupimentos”, explica Gisleine.

Resultado da batalha
No fim das contas, caberá a cada um escolher qual opção cabe melhor em sua personalidade. Você está com pressa? É perfeccionista? Organiza-se com facilidade? Escolha!

Onde encontrar: 
IPT – www.ipt.br.


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Caixa Econômica reduz juros da linha para material de construção

O prazo de 60 meses foi ampliado para até 96 meses, podendo o cliente optar por ter seis meses de carência para execução das obras

Por Juliana Américo Lourenço da Silva |15h32 | 23-07-2012

SÃO PAULO – A Caixa Econômica Federal anunciou a redução das taxas de juros e a ampliação do prazo do Construcard, linha de financiamento de materiais de construção. As alterações fazem parte do Programa Caixa Melhor Crédito, que tem como objetivo oferecer as melhores taxas do mercado e facilitar o acesso ao crédito.
A taxa mínima do Construcard passou de 1,96% a.m. para 1,40% a.m., e máxima, de 2,35% a.m. para 1,85% a.m., dependendo do prazo escolhido pelo cliente. Antes, o prazo era limitado a 60 meses, agora foi estendido para até 96 meses, podendo o cliente optar por ter seis meses de carência para execução das obras.
O presidente da Caixa, Jorge Hereda, afirmou que com as mudanças no produto o banco reafirma seu compromisso de garantir as melhores formas de acesso ao crédito para os seus clientes. “Vamos dar às famílias condições muito mais atrativas para construir ou reformar sua casa. Com essas novas medidas, a CAIXA passa a ter uma das melhores taxas e o maior prazo do mercado, o que mantém o banco na liderança do mercado de crédito para materiais de construção”, completou o presidente.

Como funciona
O Construcard é disponibilizado por meio de um cartão exclusivo para utilização em lojas de materiais de construção conveniadas. Além da compra de materiais de construção, a linha de crédito também se destina à aquisição de móveis embutidos e sistemas de aquecimento solar.
O Programa, que está disponível desde 1998, registrou nos últimos cinco anos volume financiado de cerca de R$ 15 bilhões. Para 2012, o banco dispõe de R$ 5 bilhões para esta linha de crédito.
Para se tornar cliente basta se dirigir a uma agência da Caixa e apresentar os documentos pessoais, RG, CPF e comprovantes de endereço e renda, para avaliação. Não há limita máximo para o valor do financiamento, que dependerá da capacidade de pagamento mensal do cliente.

Fonte: InfoMoney

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sexta-feira, 20 de julho de 2012

Sala pequena

Texto Caroline Santos | Foto Divulgação | Adaptação Ana Paula de Araujo

A marcenaria nesse projeto do arquiteto Gerson Dutra de Sá ajudou a dar a sensação de continuidade e amplitude à sala pequena de 11 m². Conheça outros truques para salas pequenas:


Neste projeto, foi instalado um painel (2,75 x 2,30 m) de madeira eucalipto do tipo demolição, no qual foram instalados a TV e um armário com duas portas (0,50 x 1 x 0,40 m), revestido de laca branca brilhante. Nas margens do painel, foi usada laca grafite fosca. O rack (2,75 x 0, 30 x 0,40 m) sob o painel é feito do mesmo material do armário e abriga no nicho apenas poucos objetos eletrônicos e um vaso decorativo de vidro, ajudando a firmar o conceito clean.
Tonalidades sóbrias foram escolhidas para a sala, que é pontuada por toques de cor, com almofadas coloridas. Um quadro estilizado com divas do cinema para dar personalidade ao ambiente. Uma mesa redonda de madeira zebrano mouro ao lado do sofá de linho completa o projeto.

Projeto: Gerson Dutra de Sá; marcenaria: Bontempo; mobiliário: Artefacto; quadro: Smi Akl; iluminação: Moema Iluminação.

Onde encontrar: 
Gerson Dutra de Sá – Tel.: (11) 5052-3826.
Bontempo – Tel.: (54) 3291-8300 – www.bontempo.com.br.
Artefacto – www.artefacto.com.
Smi Akl – Tel.: (11) 7117-2020.
Moema Iluminação – Tel.: (11) 5543-2068 – www.moemailuminacao.com.br.


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Homens x mulheres: veja o que cada sexo mais valoriza na compra do imóvel


19 de julho de 2012 • 10h19
Por: Viviam Klanfer Nunes

SÃO PAULO - Na hora de escolher um imóvel para comprar ou mesmo alugar, homens e mulheres têm exigências um pouco diferentes quanto às condições da casa ou do apartamento. Elas são detalhistas e pensam o tempo todo na praticidade e funcionalidade. Já eles estão focados, sobretudo, nos aspectos financeiros.

Ao vasculhar o mercado atrás de uma casa, as mulheres, em sua grande maioria, vão ser muito mais detalhistas do que os homens. Na prática isso quer dizer que mais do que simplesmente observar se a casa tem armários embutidos, elas querem saber a qualidade do móvel, se de fato atende as necessidades da sua família e se aquele tipo de mobilha as faz sentir bem, explica a diretora comercial da Lello Imóveis, Roseli Hernandes.

Mulheres são mais exigentes
Isso acontece porque boa parte das mulheres está mais próxima das tarefas domésticas e, portanto, serão muito mais criteriosas. Elas também são mais exigentes quanto ao espaço da cozinha e da lavanderia. “Ela não vai olhar apenas se a cozinha tem armários planejados; Vai ver se os móveis comportam aquilo que elas têm”, lembra Roseli.

Vão analisar se os quartos e banheiros atendem as necessidades dos filhos e, caso tenham animais de estimação, automaticamente procuram imóveis que comportem os bichinhos. Dão valor adicional à beleza do imóvel, olhando para itens de decoração e azulejos. Analisam, ainda, em quais pontos da casa o sol ilumina.

As mulheres acabam dando valor àquilo que atende toda sua família, sobretudo, os filhos. Nas áreas comuns dos prédios, por exemplo, avaliam os elementos que poderão entreter os filhos, como o playground, a piscina e a quadra. Isso porque, estão ponderando a falta de segurança das cidades. Ou seja, sabem que seus filhos terão que se divertir dentro do próprio prédio. A localização também importa muito, e, para elas, pesa bastante o fato de o imóvel ser perto da escola dos filhos, do supermercado e da farmácia.

Eles querem retorno financeiro
Com eles a história é um pouco diferente. Os homens estão preocupados, acima de tudo, com os aspectos financeiros do imóvel. “Eles não dão tanta importância aos detalhes; Estão considerando se a aquisição é um bom investimento; Se ele vai ter retorno mais para frente. Se a região valorizou”, diz Roseli.

Além disso, avaliam se o imóvel, bem como sua localização, oferece status. “Muitos homens se mostram preocupados em mostrar status; Eles querem estar perto de pessoas com as quais podem fazer um bom networking”, diz Roseli. 

Eles também olham os ambientes avaliando se podem atender seu perfil. Se forem do tipo de passar bastante tempo com os amigos, vão querer salas grandes, com espaço para receber visitas. “Eles são desligados quanto aos detalhes, mas pesam bastante os itens que podem ser úteis nos seus momentos de lazer e mesmo na sua vida profissional”, avalia a especialista.

A segurança do prédio também é grande preocupação do sexo masculino. Por isso, avaliam bastante o clima do condomínio, os moradores, e se tudo inspira ou não segurança. Os homens, que normalmente ficam mais tempo fora de casa, acabam prestando mais atenção nos fatores macros, como a segurança.

Roseli reconhece que embora na maioria dos casos é possível perceber essas preferências - de homens e mulheres -, como regra geral, quem fica mais tempo em casa na hora de escolher um imóvel estará interessado na praticidade e funcionalidade dos itens oferecidos no imóvel. Já aquele que passa a maior parte fora, no escritório, por exemplo, terá essa visão macro, valorizando segurança e preço.

Fonte: InfoMoney

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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Personal organizer dá dicas de como manter a casa arrumada

publicado em 28/06/2012 às 11:19 | Fonte: O Globo

Num espaço grande é (relativamente) fácil organizar as coisas, mas, num ambiente pequeno, tudo fica mais difícil, não é? E se é impossível aumentar as medidas de sua casa, a saída é aproveitar cada centímetro que se tem, da forma mais funcional possível. Esse é o conceito básico da função de personal organizer, que Vera Corradi exerce há 15 anos. Também designer de interiores, ela oferece algumas dicas para quem quer ver os ambientes da casa mais arrumados.

(Foto: O Globo)
“É importante deixar os cômodos bonitos e funcionais. Não adianta nada ser agradável aos olhos, mas não ser prático”, explica ela. Para organizar uma casa, o importante é colocar os itens em categorias, identificá-los corretamente (em alguns casos, usando etiquetas) e descartar o que não está em uso ou não serve mais.

Confira, a seguir, algumas dicas da personal organizer para otimizar o espaço da sua casa:

COZINHA – Cada tipo de utensílio deve ter um lugar determinado. Se possível, a ideia é separar os utensílios por categorias: panelas, louças, cristais e eletrodomésticos. Para criar espaços, pode-se utilizar acessórios como aramados, embalagens organizadoras, meias-prateleiras, organizadores de xícaras, divisores de talheres e divisores para cadeiras. O que não é usado deve ser doado. Louças que só são usadas esporadicamente devem ser postas em embalagens organizadoras.

ARMÁRIO DE ROUPAS – As roupas devem ser separadas por cor, tamanho, tipo de peça e estação. A forma correta de dobrar as peças, uma a uma, permite que o espaço existente seja triplicado, além de evitar que as peças fiquem amassadas. As roupas de festa, por exemplo, podem ser guardadas numa caixa, pois serão procuradas esporadicamente. Sacos a vácuo também são soluções, especialmente para peças que não são utilizadas com muita frequência.

ESTANTES – Os livros, por exemplo, devem ser organizados por tema e por autor, nunca por tamanho. É natural que existam, na estante, livros mais “altos” e outros mais “baixos”. Não é necessário catalogá-los. Já os CDs podem ser organizados por tipo de música, artistas, gênero e, por fim, ordem alfabética.

BANHEIRO – Para o banheiro, uma dica: as toalhas de banho não devem ser passadas: elas ficam “endurecidas”, e o calor do ferro deixa nelas pontinhas de bolor. Existem embalagens organizadoras para elas.

QUARTO DE CRIANÇA – Os livros de criança, por exemplo, não devem ser colocados encaixados, como os de adulto, mas posicionados na prateleira em pé e de frente, porque as crianças escolhem pela capa, não pela lombada. Além disso, a prateleira deve ser da altura da criança, para que ela não precise subir em escadas para pegar livros, o que poderia provocar acidentes.

Fonte: Zap Imóveis

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