segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Sala para hóspedes -29 m²

Texto Pauline Meiwald| Fotos Divulgação

O prédio, antes usado como flat, foi transformado em um tradicional edifício de apartamentos. Por isso as unidades são tão pequenas: apenas 29 m². “Fiz algumas modificações na planta para ganhar espaço”, explica Glen Finch, arquiteto responsável pela reforma e pelo projeto de decoração do imóvel de um jovem economista.

“Eliminei um chanfro que havia na sala e que impedia a colocação do sofá, trazendo boa parte da sacada para dentro do estar”, diz. Com isso, Glen ganhou alguns centímetros a mais para posicionar de forma adequada o sofá-cama, pedido do proprietário para receber amigos e familiares.

Na cozinha, armários revestidos com laca preta brilhante, tanto externamente
quanto internamente, para dar melhor acabamento. Acima da bancada de
granito preto São Gabriel, uma faixa de espelho (no reflexo, uma estrutura
de gesso que isola a geladeira da sala de estar). No canto, um cooktop
elétrico de duas bocas.
“Revestimos o estofado com uma capa de jeans, que deixa o espaço mais jovem e, ainda, pode ser lavada na máquina pelo próprio morador”, acrescenta o arquiteto.

O projeto incluiu uma bancada dobrável entre a cozinha e o estar.
Como assento, o proprietário utiliza a cadeira de acrílico Louis Ghost,
do designer Philippe Starck, que costuma ficar na sala 
Projeto, Glen Finch; mesinha lateral, A Lot Of; cadeira Louis Ghost, Kartell, na A Lot Of; sofá e pufe, Tratto Estofados Taylor Made; piso, Interfloor; marcenaria, Chile Marcenaria; cortinas, Conceito design; tapete, Le Lis Blanc; iluminação, Yamamura; pia, Mekal; tecido do pufe, Beraldin.


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Ideias para uma kitchenette - 24m²

Texto Pauline Meiwald| Fotos Divulgação

Ter uma kitchenette não foi obstáculo para a criação de um projeto bonito e prático. No único ambiente da casa, as arquitetas da Oltre Arquitetura, Christiane Matos, Lianez Padilha e Anna Noceti, uniram sala, quarto e cozinha de maneira muito harmoniosa.
O móvel atrás da TV possui portas espelhadas, delimitando os ambientes.
Na cozinha, uma bancada de vidro incolor atua como mesa para refeições.
A transparência do material deixa o espaço mais leve e amplo. 

















Para conquistar esse efeito, a metragem disponível foi milimetricamente calculada e nenhum centímetro foi usado ao acaso. Dessa forma, explica-se a estratégia de se usar um sofá-cama na sala.
O que se parecem com bancos são, na verdade, baús que guardam roupas
de cama. Para dar assento às visitas, foram colocados futons sobre eles.
No canto, a peça foi transformada em vaso. O sofá-cama agrega
versatilidade 
ao ambiente e poupa espaço.























“Eliminando a cama tradicional, foi possível ter mais espaço para o guarda-roupa, imprescindível para a moradora”, explicam as profissionais, que incluíram um armário com 2,80 m de largura com portas revestidas por espelho para duplicar a sensação de amplitude do pequeno imóvel.

A distribuição dos móveis também foi essencial para um bom aproveitamento de espaço: todo o mobiliário foi colocado ao redor do apartamento, deixando a área central livre para circulação.


Com o posicionamento de todos os móveis próximos аs paredes, houve até espaço para um pequeno home-office na kitchenette. Toda a marcenaria foi feita em MDF, com laminado de madeira.
O painel de madeira ripada decora o ambiente sem ocupar espaço e ainda
contribui para a inserção de prateleiras de apoio

















Projeto, Christiana Matos, Lianez Padilha e Anna Noceti, da Oltre Arquitetura; marcenaria, Moderna Ambientes.

Fonte: Portal Decoração

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Governo reclassificará gastos com Minha Casa, Minha Vida para aumentar investimentos

27 de janeiro de 2012 • 17h50
Por: Diego Lazzaris Borges


SÃO PAULO - Os gastos com o Programa Minha Casa, Minha Vida  vão ser reclassificados pela equipe econômica, com o objetivo de aumentar os investimentos e reduzir o crescimento das despesas de custeio – manutenção da máquina pública.

De acordo com o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, os gastos com o programa habitacional, atualmente considerados como custeio, serão incluídos nos investimentos federais, que incluem as obras públicas e a compra de equipamentos pelo governo.

“Desde meados do ano passado, estamos trabalhando na mudança e, a partir de 2012, vamos alterar a classificação”, disse Augustin, segundo a Agência Brasil.

Crescimento de menos de 1%
Considerando os critérios atuais, os investimentos encerraram o ano passado com crescimento de 0,8% na comparação com 2010, enquanto os custeios aumentaram 13%.

Segundo Augustin, as obras federais não avançaram no ritmo esperado no ano passado, por conta da desaceleração comum no começo de governo, quando muitas equipes nos ministérios são reformuladas. Outro fator que pesou foi a etapa inicial da segunda parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), em que muitos investimentos ainda estão na fase de projetos e não foram executados.

Mas, segundo ele, o governo está preocupado com a evolução dos investimentos no longo prazo. “O investimento não é o que gostaríamos, mas esse tipo de gasto tem de ser olhado no médio e longo prazo. Se oscilou num momento ou outro, para mim é irrelevante”, afirmou.

Com alteração, crescimento seria de 13,4%
Se as despesas com o programa habitacional -que totalizaram R$ 7,7 bilhões em 2011 - deixarem de ser classificadas como custeio e passarem a integrar os investimentos, o aumento dos investimentos passa para 13,4% e o de custeio muda para 8,1%.

De acordo com o governo, o Minha Casa, Minha Vida é classificado atualmente como custeio porque os valores não são aplicados diretamente na construção de moradias, e sim em subsídios para financiar a compra de unidades habitacionais a juros baixos. A equipe econômica passou a entender que o programa deveria ser considerado investimento porque resulta na ampliação da oferta habitacional do país.

Fonte: InfoMoney

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Financiamento habitacional cresce 44,5% e atinge R$ 200 bilhões em 2011

27 de janeiro de 2012 • 16h35
Por: Diego Lazzaris Borges

SÃO PAULO - O crédito habitacional  registrou  crescimento de 44,5%, para R$ 200,5 bilhões em 2011, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Banco Central.

Na comparação com novembro, quando o total de financiamentos habitacionais somava R$ 195,2 bilhões, houve crescimento de 2,7%. Este tipo de financiamento envolve operações para compra e construção de moradias, tanto com recursos livres quanto com direcionados.

Para o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Túlio Maciel, os financiamentos habitacionais devem continuar crescendo acima da média neste ano. “Há espaço para isso”, afirmou, segundo a Agência Brasil..

Crescimento menor do que em outros países
O diretor do Banco Central afirmou também que o crescimento do crédito habitacional no País ainda está abaixo da expansão verificada em outros países. Atualmente, o financiamento habitacional representa 4,8% do PIB (Produto Interno Bruto). “É um percentual bastante modesto comparativamente ao padrão internacional”, disse.

Por fim, Maciel acrescentou que o crédito habitacional não crescia tanto devido às taxas de juros altas e da renda, mas agora o segmento conta com programas que impulsionam a sua expansão.

Fonte: InfoMoney

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Material de construção: 75% da indústria está otimista em janeiro

27 de janeiro de 2012 • 10h02
Por: Eliane Quinalia

SÃO PAULO – Cerca de 75% da indústria de materiais de construção pretende investir mais nos próximos 12 meses. A alta registrada neste mês foi de sete pontos percentuais em relação a dezembro do ano passado e se manteve acima do padrão observado no mesmo período de 2011, em que a pretensão registrada foi de 72%. A informação é da Sondagem de Expectativas, divulgada nesta sexta-feira (27) pela Abramat (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Construção).

Outro dado relevante diz respeito à confiança do empresário nas ações do governo para o setor, que também cresceram.

De acordo com o levantamento, neste quesito, 50% das companhias consultadas afirmaram ter boas expectativas para o segmento da construção civil nos próximos 12 meses – o que representa uma alta de 6 p.p. em relação a dezembro de 2011. No mês passado esse número era de apenas 44%.

Internas e externas
E a expectativa otimista quanto ao fechamento das vendas de janeiro no mercado interno ainda predomina entre empresários da indústria de materiais de construção.

Na avaliação, 53,4% das empresas mantêm expectativas positivas quanto à venda de materiais de construção neste mês. Já 51,1% das organizações consultadas acreditam que os resultados obtidos serão regulares e 4,7% delas mantêm uma expectativa pessimista do mercado.

No que se refere às vendas ao mercado externo, entretanto, as vendas regulares somam 32% e o índice de pessimismo fica em 32%. Apenas 36% dos empresários ouvidos se mostram otimistas com as vendas de dezembro.

Tal oscilação revela um mercado que preocupa a Abramat, especialmente em 2012. “Estamos pleiteando junto ao governo a continuidade de medidas anticíclicas, além de ações efetivas que possam garantir o crescimento do setor por meio de políticas de defesa comercial, desoneração fiscal e da aceleração de obras do PAC 2 e do programa Minha Casa, Minha Vida 2”, diz o presidente da Abramat, Walter Cover.

Perspectivas para fevereiro
Em relação a fevereiro, as projeções para as vendas do mercado interno se mostram otimistas em 62,7% dos casos. Já as perspectivas regulares caíram para 32,6% e as negativas para 4,7%.

No que se refere ao mercado externo, a expectativa de otimismo caiu para 28% em relação ao mês anterior. Em contrapartida, a expectativa regular se manteve estável em 36% e a pessimista subiu para 36%.

Fonte: InfoMoney

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Crédito imobiliário deve representar 10% do PIB em até 4 anos

27 de janeiro de 2012 • 09h26
Por: Diego Lazzaris Borges
Colaborou: Tabata Pitol Peres
SÃO PAULO – O crédito imobiliário continuará se expandindo e sua participação no PIB (Produto Interno Bruto) do País deve dobrar nos próximos anos, de acordo com a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

“O País entrou em um movimento de crescimento contínuo, com taxas de juros consistentes, e isso fez com que o crédito imobiliário pudesse crescer. Atualmente nós temos o cenário adequado para que o crédito imobiliário possa atingir cerca de 10% do PIB nos próximos 3 ou 4 anos”, disse o presidente da entidade, Octavio de Lazari Junior.

Atualmente, o crédito imobiliário representa 4,7% do PIB nacional, o que, segundo o executivo, é um número baixo. “Isso é muito pequeno em relação a países da própria América do Sul, como o Chile, em que o crédito imobiliário significa 16% do PIB”, diz.

Expectativas de crescimento
O financiamento imobiliário com recursos da caderneta de poupança deve crescer em 2012, embora em um rítmo menor do que no ano passado. “De acordo com as variáveis econômicas, como crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e inflação, esperamos que o crédito imobiliário no País cresça em torno 30% este ano”, disse de Lazari Junior.

Em 2011, o valor dos empréstimos com recursos da poupança cresceu 42% para R$ 79,9 bilhões, novo recorde histórico no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).

No mesmo período, o saldo das cadernetas de poupança no SBPE cresceu mais de R$ 30 bilhões, passando de R$ 299,9 bilhões em dezembro de 2010 para R$ 330,6 bilhões em dezembro de 2011.


Fonte: InfoMoney


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Crédito imobiliário: inadimplência tem leve queda e atinge 2% em 2011

26 de janeiro de 2012 • 18h10
Por: Diego Lazzaris Borges
SÃO PAULO – A inadimplência com crédito imobiliário registrou leve queda em 2011, de acordo com a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). Segundo a entidade, a taxa recuou de 2,1% em 2010 para 2% no ano passado, considerando contratos com mais de três prestações em atraso.

A inadimplência com este tipo de operação vem caindo ao longo dos últimos anos. Em 2003, a taxa estava em 11,2% - de lá para cá, já foram 8 quedas anuais consecutivas.

De acordo com a Abecip, o crédito imobiliário é o produto com a menor taxa de inadimplência do sistema bancário. O recordista é o cheque especial, com 10,1%. Em seguida aparecem o crédito pessoal (5,5%) e o finaciamento de veículos (4,9%).

Crescimento do crédito imobiliário
Na direção contrária, o valor dos empréstimos com recursos da caderneta de poupança cresceu 42%, para R$ 79,9 bilhões em 2011, novo recorde histórico no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).

No mesmo período, o saldo das cadernetas de poupança no SBPE cresceu mais de R$ 30 bilhões, passando de R$ 299,9 bilhões em dezembro de 2010 para R$ 330,6 bilhões em dezembro de 2011.

Para este ano, a expectativa também é de avanço, embora em ritmo mais brando. “De acordo com as variáveis econômicas, como crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e inflação, esperamos que o crédito imobiliário no País cresça em torno 30% este ano”, disse o presidente da Abecip, Octavio de Lazari Junior.


Fonte: InfoMoney

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Crédito imobiliário com recursos da poupança deve crescer 30% em 2012

26 de janeiro de 2012 • 17h08
Por: Diego Lazzaris Borges
Colaborou: Tabata Pitol Peres
SÃO PAULO – O financiamento imobiliário com recursos da caderneta de poupança deve continuar crescendo este ano, segundo previsão da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). “De acordo com as variáveis econômicas, como crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e inflação, esperamos que o crédito imobiliário no País cresça em torno 30% este ano”, disse o presidente da entidade, Octavio de Lazari Junior.

O número representa uma desaceleração em relação a 2011, quando o valor dos empréstimos com recursos da poupança cresceu 42% para R$ 79,9 bilhões, novo recorde histórico no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).

No mesmo período, o saldo das cadernetas de poupança no SBPE cresceu mais de R$ 30 bilhões, passando de R$ 299,9 bilhões em dezembro de 2010 para R$ 330,6 bilhões em dezembro de 2011.

Crédito escasso
De acordo com o executivo, a possibilidade dos recursos da caderneta de poupança não serem suficientes para suprir a demanda pelo crédito imobiliário preocupa a entidade, mas existem outras fontes de crédito que podem ser utilizadas.

“Agora que o crédito imobiliário começou a crescer no País, precisamos estar sempre preocupados para que haja fontes funding para que esse crescimento continue sendo financiado”, diz. “Mas a Abecip já está tomando todas as providências para que possamos ter outras alternativas de financiamento que não sejam só a poupança”, completa de Lazari Junior.

Economia nacional
O presidente da Abecip ressalta que a situação econômica do Brasil é positiva, por conta das baixas taxas de desemprego e do aumento da renda da população. “Todas as categorias profissionais estão apresentando ganhos reais de salário”, diz.

Além disso, a maior segurança em relação à questões jurídicas das empresas, como o patrimônio de afetação e alienação fiduciária, tornam as condições favoráveis para que os prazos se estendam e os juros caiam. “Prazos longos, taxas de juros menores, com isso você tem um cenário adequado para que as pessoas possam comprar seu imóvel”, conclui.

Fonte: InfoMoney

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Financiamento de imóveis com recursos da poupança bate recorde

26 de janeiro de 2012 • 10h45
Por: Tabata Pitol Peres
SÃO PAULO - O volume dos financiamentos para aquisição e construção de imóveis cresceu 42% em 2011, na comparação com o ano anterior.

De acordo com a Abecip, o valor dos empréstimos ficou em R$ 79,9 bilhões, R$ 23,7 bilhões a mais do que em 2010, novo recorde histórico no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).

Vale ressaltar que o saldo das cadernetas de poupança no SBPE cresceu mais de R$ 30 bilhões em 2011, passando de R$ 299,9 bilhões em dezembro de 2010 para R$ 330,6 bilhões em dezembro de 2011.

Unidades
O levantamento da Abecip revela ainda que, em 2011, foram financiadas 493 mil unidades, com crescimento  de 17% em relação a 2010.

Considerando apenas o último mês de 2011, foram financiados 49,6 mil imóveis, resultado 14% maior que em dezembro de 2010. O montante constitui um novo recorde mensal.

Fonte: InfoMoney

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Poupança é fator preocupante para crédito imobiliário

26 de janeiro de 2012 • 17h01
Por: Tabata Pitol Peres

SÃO PAULO - Os financiamentos imobiliários cresceram em 2011, tanto em volume financeiro quanto em unidades financiadas. No entanto, o bom momento pode enfrentar uma barreira: a poupança - principal fonte de recursos desse tipo de crédito - pode não dar conta do crescimento.


Em entrevista à InfoMoney TV, o presidente da Abecip, Octavio de Lazari, diz que a instituição já está buscando novas fontes de recurso e diz acreditar que para 2012 o crédito imobiliário deva crescer 30%.

Fonte: InfoMoney

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