quarta-feira, 10 de abril de 2013

Caixa Anuncia Que Vai Radicalizar Com Construtoras do Minha Casa Minha Vida


O presidente da Caixa, Jorge Hereda: “Não está havendo queda de qualidade”
O presidente da Caixa, Jorge Hereda: “Não está havendo queda de qualidade” Foto: Rodrigo de Oliveira
Gabriela Valente - O Globo


RIO — O presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, disse ao GLOBO que “radicalizará” na fiscalização das obras do Minha Casa Minha Vida para que o mutuário não fique com o prejuízo. A instituição criou um 0800 para receber reclamações de mutuários. As construtoras terão cinco dias para ir ao local e verificar o problema. Se não cumprirem esse prazo, entrarão num cadastro negativo, de empresas impedidas de fechar negócios com a Caixa.

Está havendo queda da qualidade da construção dentro do programa?
Estamos conseguindo entregar numa velocidade como nunca vimos antes construções de qualidade. O programa (Minha Casa Minha Vida) é um sucesso. Numa construção de mais de dois milhões de unidades, sabe-se que podem acontecer ajustes. Não está havendo queda da qualidade. O que acontece é o que você pode ver em qualquer relação de comprador de qualquer imóvel. Sempre há um vazamento. É exigido pela Caixa que as empresas tenham certificação do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat (do governo federal). Tivemos o problema em Duque de Caxias e mandamos verificar.

Problemas assim são normais?
Não estou dizendo que é normal as pessoas terem um conjunto com alagamento. Lá em Duque de Caxias, mandei verificar o que era. Temos uma declaração do órgão de meio ambiente dizendo que o terreno não é atingido (pelo rio) e que a “cota mínima” de alagamento é 4,3 metros. O conjunto foi construído em 4,5 metros por causa disso. A chuva foi muito grande, e o Rio inteiro teve problema. Suspendemos o pagamento. E estamos fazendo a análise técnica: mesmo que chova canivetes, vamos fazer o que precisa ser feito para que aquilo não aconteça mais.

O Bairro Carioca também não teve o mesmo problema?
Teve problema no bairro inteiro. A prefeitura está fazendo a drenagem da região. Houve uma chuva gigantesca que pegou todo mundo nesse processo. Não é para acontecer, não foi feito para isso. Tanto é que a obra (de drenagem) estava sendo feita. A obra vai ser concluída e não vai mais acontecer.
Em Niterói foi preciso mandar demolir prédio...

A empresa e a Caixa estão contratando laudo técnico para saber exatamente o que aconteceu. A Caixa não acha normal. Dependendo do que acontecer, vamos tomar todas as providências em relação à construtora. A reconstrução será feita pela própria construtora. Não terá dinheiro novo. Se for constatado que foi um acidente que foge à responsabilidade dela, o seguro vai pagar. E vamos dizer com toda a transparência qual foi o problema depois que o laudo for emitido. Registre-se que esse é um caso em mais de 2,5 milhões. Isso não quer dizer que a gente acha que é para acontecer, mas é possível que um ou outro aconteça. Não conheço uma atividade humana que não tenha uma ou outra falha. Acidentes acontecem, e falhas humanas acontecem.

Em Niterói, famílias estão alojadas no Batalhão de Infantaria em situação precária. Há algo que possa ser feito? Duas crianças morreram de pneumonia...
Duas crianças morreram? É importante que a gente tenha a responsabilidade de cada ente nessa história. O Minha Casa Minha Vida entrou nessa história para ajudar a resolver um problema: a construção de novas casas. O alojamento das famílias é uma atribuição, até onde eu sei, da prefeitura. Nós desejamos contribuir no que for possível e no que for necessário para ajudar essas famílias.

A repercussão desses casos prejudica o programa?
Pode dar a impressão de que o problema pode ser maior do que é. E não é da dimensão que está sendo colocado. Não dá para generalizar. O problema grave que esse programa já teve foi essa demolição de dois edifícios em construção. É um ponto fora da curva. Não é a realidade do programa.

O que será feito?
Temos na Caixa um cadastro negativo. Todas as empresas que trabalham com a Caixa e geram problemas na construção das casas, em qualquer faixa de renda, vão para esse cadastro negativo e não podem mais contratar com a Caixa. Isso não é qualquer coisa não, porque a Caixa tem 70% do mercado de crédito.

Como vai funcionar?
Às vezes, a Caixa não recebe as reclamações. Agora, a gente quer chegar às pessoas. Estamos criando uma ação específica que se chama “De olho na qualidade do MCMV”. As pessoas podem fazer qualquer reclamação (pelo 08007216268, pela internet ou nas agências da Caixa). A gente recebe essa reclamação e aciona a construtora, que terá prazo de cinco dias para ir lá e verificar o problema, atender a família. Se não for, vai imediatamente para o cadastro negativo. Se for, prometer fazer e não fizer, vai imediatamente para o cadastro negativo. Se ela fizer, e não for satisfatório, vai para o cadastro negativo. E só sai depois de provar que resolveu o problema da família. Estamos radicalizando na defesa do consumidor. E estamos fazendo um ranking das mais reclamadas. E no caso das reclamações que passarem do limite, vão para o cadastro, mesmo que tenham solucionado.

Qual o limite de reclamações para estar no ranking?
Estamos trabalhando inicialmente em torno de 5%. Até a semana passada, a pessoa ligava para o SAC da Caixa, que mandava um engenheiro olhar. O engenheiro que demandava a empresa. Isso demorava certo tempo. Estamos invertendo o ônus da prova. Agora, a gente recebeu a reclamação, a empresa que tem de provar para a gente que a coisa está resolvida. Isso é uma mudança muito forte no relacionamento. O único compromisso que a Caixa e o governo federal têm é com as famílias que vão receber a casa. Não vai ter problema que não seja resolvido.
Fonte: http://extra.globo.com/noticias/rio

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terça-feira, 9 de abril de 2013

Caixa Reduz Juros Para Compra de Imóveis Acima de R$ 500 mil

Um mutuário com financiamento de R$ 600 mil poderá, em 30 anos, economizar R$ 43,3 mil

16/01/2013 por Imovelweb



A Caixa Econômica Federal reduziu as taxas de juros para os clientes que querem comprar imóveis com valor acima de R$ 500 mil, fora do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). As novas taxas valerão para os financiamentos contratados a partir de hoje (15).

Para essas situações, as taxas de juros efetivas para clientes que não têm relacionamento com o banco caem de 9,9% para 9,4% ao ano. Já os clientes que têm relacionamento e conta-salário na instituição terão taxas reduzidas de 8,9% para 8,4% ao ano.

Se o interessado for servidor público, as taxas de juros podem chegar a 8,3% ao ano. Pelos cálculos da Caixa, um mutuário com financiamento de R$ 600 mil poderá, em 30 anos, economizar R$ 43,3 mil.

A Caixa informou também que para os financiamentos enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação, abaixo de R$ 500 mil, já existe uma redução nas taxas de juros do crédito imobiliário até 21%. Nas operações com recursos da poupança, o banco aumentou o prazo de financiamento de 30 para 35 anos.

De acordo com a Caixa, no dia 21 de dezembro de 2012 o volume de contratações do crédito imobiliário chegou a R$ 101 bilhões. O volume corresponde a um crescimento de 33,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram contratados R$ 75,4 bilhões.

A Caixa informou ainda que as taxas para quem usar recursos da caderneta de poupança chegam a 8,85% para quem não tem relacionamento com o banco e podem variar de 7,7% a 8,3% para quem tem relacionamento com a instituição, como conta-salário. No caso do Programa Minha Casa Minha Vida, as taxas variam de 4,5% a 7,16%.

Fonte: Agencia Brasil (Edição: Graça Adjuto) 

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Proposta prevê multa para incorporadoras que atrasarem entrega de imóveis

Autor da medida alega que empreendimentos imobiliários não têm seguido planejamento adequado

Por Juliana Américo Lourenço da Silva
SÃO PAULO – As incorporadoras poderão pagar multa se houver atraso na entrega de imóveis. De acordo com o Projeto de Lei 7/2013, se o atraso na entrega for superior a 180 dias, deverá ser paga uma multa ao comprador de 2% sobre o valor já pago e de 0,5% ao mês enquanto perdurar o atraso. Os valores da multa podem ser compensados nas prestações devidas.
 
Os lançamentos de alguns empreendimentos imobiliários não têm seguido planejamento adequado e a entrega de imóveis tem enfrentado atrasos por conta do ritmo das construções, acrescido de procedimentos burocráticos e falta de documentação necessária, como alvarás e licenciamentos, indispensáveis à análise e aprovação das obras, observa o autor da medida, o senador Gim Argello (PTB-DF).

Atualmente, a maioria dos contratos prevê tolerância de até 180 dias para a entrega dos imóveis, no entanto, o senador ressalta que a imprensa tem noticiado atrasos que desmoralizam o setor, na medida em que ultrapassam qualquer medida que se possa ter como razoável, com prejuízos ao cidadão comum que muitas vezes investe nesse empreendimento todas as suas economias.

Atualmente contratos preveem tolerância de 180 dias para a entrega (Getty Images)























Se aprovado, o projeto só terá validade para os contratos celebrados a partir do início de sua vigência, prevista em 90 dias a partir da publicação da lei.

Tramitação
De acordo com a Agência Senado, a proposta se encontra em tramitação inicial na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.

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sábado, 17 de novembro de 2012

Apartamento pequeno: 15 truques para decorar com funcionalidade em apenas 34 m²

Texto Gabrielle Victoriano | Fotos Wagner Silveira (divulgação)

Com 34 m², é possível transformar um apartamento pequeno apenas com alguns toques na decoração. A seguir, confira 15 dicas práticas para integrar com harmonia e ganhar espaço:

1- Prender lâmpadas em um trilho possibilita focalizar a luz em locais específicos.

2- Colocar um espelho na porta de correr ajuda a aumentar a sensação de amplitude.

3- Encaixar prateleiras de madeira na parede traz mais aconchego ao local. Elas podem ser usadas como apoio para TV e objetos decorativos.

4- Pendurar a TV na parede economiza espaço no quarto.

5- A cama turca baixa e sem cabeceira melhora a integração das áreas, seguindo o mesmo estilo do sofá.

6- Palets reciclados podem virar um sofá aconchegante e móvel apenas colocando futons e parafusando rodízios.

7-  Fazer uma mesa acoplada à bancada para refeições ajuda a limitar a área da cozinha.

8- A tonalidade branca é sempre grande aliada para ampliar o espaço.

9- A parede listrada demarca o canto reservado para a cozinha.

10- Utilize o espaço sobre a geladeira para embutir um armário na parede.

11- Os banquinhos podem ser empilhados e servem como mesa de apoio quando não estão sendo usados como assentos.

12- Para auxiliar o cozinheiro, guarde a louça em um armário perto da bancada.

13- Almofadas coloridas dão vida ao ambiente sem gastar muito.

14- O piso de cimento queimado cinza com resina sintética (Bianco®) evita trincas e manchas, além de facilitar a limpeza.

15- Usar forno embutido na bancada da cozinha é uma opção para dar uma função diferente a esse espaço.

Projeto: Spestudio; estofado: Arthome Decorações; almofadas: Espaço Til; cadeiras: Tok&Stok; objetos decorativos: acervo pessoal.

Onde encontrar:
Arthome Decorações – www.arthomedecoracoes.com.br.
Espaço Til – www.espacotil.com.br.
Spestudio – Tel.: (11) 9218-7706 – www.spestudio.com.br.
Tok&Stok – SAC: 0800-7010-161 – www.tokstok.com.br.


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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Um, dois ou três dormitórios? Veja o perfil de quem busca por cada tipo de imóvel

Especialista diz que os mais procurados pela classe média são os de 3 dormitórios, já os de 2 são visados por quem deseja sair do aluguel

Por Heraldo Marqueti Soares

SÃO PAULO – Apartamentos de três dormitórios são os mais procurados pela nova classe média. Segundo o diretor comercial e de marketing da MZM Construtora, Helio Korehisa, famílias mais estruturadas costumam buscar apartamentos maiores, impulsionadas pelas facilidades de juros e financiamentos.

Na região metropolitana de São Paulo, a classe média agora dá preferência a apartamentos maiores. “São famílias que procuram pelo primeiro imóvel, incentivadas também pelos financiamentos habitacionais”, diz Korehisa, contando que para o padrão econômico as vendas estão altas para apartamentos entre 60 m² e 75 m². Já para médio padrão os apartamentos mais buscados são os de 80 m². “Lazer, segurança e localização são os quesitos mais observados”, afirma.

Geralmente casais recém-casados buscam apartamentos de 1 dormitório


Dois dormitóriosEntre 45 m² e 60 m², os apartamentos de dois dormitórios são mais buscados pelos jovens casais e famílias que querem fugir do aluguel. Além disto, é uma boa saída para quem compra imóveis para investimentos já que é o tipo mais visado para contratos de locações.

Um dormitório
Estudantes, solteiros e casais sem filhos, na faixa entre 25 e 35 anos são os que mais adquirem este modelo. Seu tamanho varia em média, de 30 m² a 42 m². Ultimamente a demanda por estes imóveis próximos a universidades, comércio e estações de metrô cresce cada vez mais, apontado pela praticidade exigida pelos clientes mais jovens.

Quatro dormitóriosGeralmente são de plantas acima de 90 m². Famílias que priorizam bem-estar, segurança e infraestrutura do condomínio são o público-alvo, além também de necessitarem de espaços mais amplos.

Fonte: InfoMoney

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Apartamento pequeno: Saiba como fazer caber até área gourmet no loft de 75 m²

Texto Fernanda Emmerick | Fotos Xico Diniz (Divulgação) | Adaptação Ana Paula de Araujo
 
Jovens recém-casados, os proprietários desse apartamento de 75 m² em Salvador (BA) deram carta branca para a arquiteta Janete Chaoui deixá-lo mais espaçoso e contemporâneo. “A minha ideia partiu de um novo conceito de loft: um espaço horizontal e sem mezanino”, explica a profissional. Sem muitas paredes, foi possível criar um local mais descolado. Prática, a residência conta com soluções que otimizaram os ambientes, além de ideias atuais, como a varanda gourmet e a cozinha americana. “É um projeto regido basicamente por três elementos: transparência, requinte e conforto”, complementa Janete.

A seguir, conheça as soluções da arquiteta para o lar do jovem casal e aproveite os truques em seu próprio apartamento pequeno:


Ainda que integrados, cada espaço foi bem delimitado. Do auge do elegante living, pode-se avistar a área externa, por exemplo. A iluminação foi pensada como forma de contribuir com a atmosfera de conforto. A ideia era fornecer luz pontual e dar relevo às peças expostas.“É importante salientar a interligação de todos os ambientes, mesmo com as demarcações tênues”, explica a profissional.


A sala de 20 m² tem seu espaço delimitado suavemente, com o uso do tapete de pele claro. Na escolha das tonalidades, houve grande diversidade: “Preto, branco, dourado, muita transparência e os objetos translúcidos. Essa cartela de cores se mostrou ousada, assim como o projeto”, detalha a arquiteta.

De maneira suave, foi sugerida uma separação no espaço, que delimitou o quarto e o living. A imponente estante de laca branca brilhante fez esse papel.
 
O sofá de linho cru e a cortina no mesmo material com fios de seda natural ganham vida ao lado da poltrona giratória Swan, de seda sintética.


A estante abriga uma estrutura que permite que a TV rotacione em torno do próprio eixo e atenda aos dois cômodos. “Para completar essa ‘parede’, usei um pano de vidro temperado transparente do piso ao teto, obedecendo ao conceito dos ambientes integrados”, conta Janete.


A cozinha tem 7 m² e conta com marcenaria com acabamento de laminado branco. Ela segue o estilo americano, com balcão para as refeições. Assim, dispensa o uso de mesa de jantar e aumenta a área do living. A arquiteta abusou na transparência, que ajuda a ampliar e dar leveza aos espaços. Além das charmosas cadeiras de acrílico, com design dos Eames, bancadas e divisórias de vidro temperado.

Boa ideia!
O balcão para refeições é um pouco mais baixo do que a bancada, para oferecer conforto durante as refeições.


Moderno, o quarto de 17,5 m² segue a proposta de cor, brilho e peças ícones no décor. “Coloquei uma opção de persiana por dentro do quarto, para quando os moradores quiserem privacidade”, conta Janete.


A cama de madeira ganha autenticidade no contraste com o móvel de porta de vidro vermelho e espelho. “A intenção do vermelho foi quebrar a neutralidade das cores e causar um impacto em quem chega, já que é um ângulo visto da entrada do apartamento”, destaca. Já o papel de parede dá um ar aconchegante ao ambiente, além de harmonizar com o tapete de seda.


A varanda é uma área gourmet e SPA, ideal para relaxar. Os 18,5 m² convidam ao descanso. O elemento madeira, presente nas chaises e mesas de apoio, traz nobreza e a sensação de aconchego natural. Vasos e plantas foram comprados em uma feirinha tradicional de Salvador. Artigos simples e artesanais em meio a móveis de design e estofados clean.


O cantinho dedicado a receber segue o padrão interno da casa, com móveis clássicos e cores mais escuras. A mesa Saarinen tem tampo de mármore Carrara e segue acompanhada por cadeiras de couro sintético. Na varanda, a ambientação surgiu da intenção de reaproximação com a natureza. “O resultado foi um ambiente acolhedor, sintonizado com o requinte despojado”, detalha Janete. A bancada gourmet completa o clima de conforto traduzido ali.


O banheiro de 3 m² segue um padrão mais clean do que o restante do loft. Foi um pedido dos moradores, que optaram por um ambiente suave. Para brincar um pouco com o espaço, a arquiteta investiu em pastilhas 2 x 2 cm. Elas revestem apenas a área do box para que, além do belo contraste, também haja economia no custo do banheiro.

Projeto: Janete Chaoui; marcenaria: Básica Home; tinta das paredes (Toque de seda): Suvinil; tapetes: Bagdá; quadros: Leonardo Salvatori; decoração: Empório Magma; iluminação: Omni Light.
 
Onde encontrar:
Bagdá – www.bagdatapetes.com.br
Básica Home – www.basicahome.com.br
Empório Magma – www.emporiomagma.com.br
Janete Chaoui – www.janetechaoui.com.br
Omni Light – www.omnilight.com.br
Suvinil – www.suvinil.com.br


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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Cobrança de SATI pelas imobiliárias pode ser ilegal

Advogado lembra que as funções cobradas pela assessoria é obrigação do corretor

Por Juliana Américo Lourenço da Silva

SÃO PAULO – Quando se vai adquirir um imóvel, o consumidor costuma pagar pelo SATI (Serviço de Assessoria Técnico Imobiliária), ou então ATI (Assessoria Técno-Imobiliária), uma assistência realizada por advogados indicados pela imobiliária. No entanto, o advogado do escritório Adriano Dias Advocacia e Consultoria Jurídica, Adriano Dias, afirma que, em alguns casos, a cobrança pode se caracterizar como venda casada.

O pagamento da taxa, que geralmente corresponde a 0,88% do valor do imóvel, é exigido pelas empresas e incorporações, alega Dias. “Vale lembrar que oferecer o serviço não é ilegal, caso seja dada a possibilidade de não adquiri-lo”, explica e ainda lembra que a assessoria, que compreende em esclarecer dúvidas dos compradores sobre o contrato, análise sobre a compatibilidade da situação econômica do imóvel, acompanhamento da assinatura e ajuda com os trâmites para obter a escritura, é um contrassenso, pois a assistência é prevista por lei e é um serviço que o corretor tem a obrigação de oferecer.

 Legislação
Quando o caso é levado à Justiça, o valor cobrado por taxas ilegais deve ser devolvido em dobro. Essa foi a decisão tomada pela 7ª Câmara – Seção de Direito Privado no caso de uma cobrança de SATI não informada clara e precisamente no contrato.

Fonte: InfoMoney 

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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Governo aprova financiamento de material de construção com recursos do FGTS

Limite mínimo será de R$ 54 mil e o máximo de R$ 114 mil

Por Heraldo Marqueti Soares |10h10 | 24-10-2012

SÃO PAULO – Foi regulamentada nesta quarta-feira (24) a linha de crédito para aquisição de material de construção pelo Fimac/FGTS (Financiamento de Material de Construção do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

A linha é destinada a trabalhadores titulares de conta vinculada do FGTS, independentemente da renda familiar mensal bruta, sendo que os juros do financiamento serão pagos mensalmente em fases de carência e amortização à taxa de 6%, acrescida do diferencial de juros em favor do agente financeiro, limitado a 2% ao ano.

Tanto para imóveis urbanos quanto rurais, a linha de crédito será destinada à construção e/ou ampliação de unidade habitacional, reforma de moradia, implantação de sistemas de aquecimento solar e instalação de hidrômetros de medição individual. 

Limites de financiamento
O limite mínimo de valores para o financiamento é de R$ 54 mil, regulamentados da seguinte maneira:

- R$ 114 mil para imóveis situados no Distrito Federal e em municípios integrantes das regiões metropolitanas dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo.

- R$ 102 mil para municípios com população igual ou superior a 1 milhão de habitantes ou capitais estaduais.

- Até R$ 87 mil para imóveis localizados em cidades com população igual ou maior a 250 mil habitantes, incluindo as do Distrito Federal.

- Até R$ 69 mil para imóveis de cidades com população maior que 50 mil habitantes.  

A instrução normativa número 34, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira passará a valer a partir do dia 1º de novembro deste ano.

Fonte: InfoMoney

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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Apartamento pequeno: Conheça 7 soluções da arquiteta para conquistar espaço

Texto Vanessa Moura | Reportagem Daniela Espinelli | Fotos Sidney Doll | Adaptação Ana Paula de Araujo

Quem acha que não dá para investir grandes ideias em apartamentos pequenos está enganado. A falta de espaço só é empecilho para quem deixa a criatividade de lado. A prova é esse apê de 50 m² que ganhou ares modernos e maior circulação graças ao talento da arquiteta Emilia Garcia. Com pequenas soluções, a profissional conquistou grandes mudanças, tanto na decoração quanto nos hábitos do morador. Saiba quais são a seguir:

A primeira providência foi remover a parede da cozinha e acolher um armário baixo com uma bancada de granito preto, integrando esse ambiente às salas de estar e jantar. Outro recurso interessante foi derrubar a parede do living para acomodar o sofá. “Essa parede foi demolida para receber um painel de MDF com portas de correr que avança no dormitório de hóspedes, propiciando mais espaço para o sofá de chaise”, explica.

Conquistou mais espaço com:
1. a remoção da parede da cozinha;
2. a bancada com armário na parte inferior;
3. a integração entre a cozinha e as salas de estar e jantar;
4. o uso do drywall para ganhar profundidade;
5. o painel de MDF com porta de correr;
6. o sofá de chaise;
7. os móveis sob medida.

A prateleira aérea perimetral foi planejada em MDF pela arquiteta para unir visualmente os ambientes, além de servir para acomodar livros e objetos garimpados pelo morador. O rack que acolhe os equipamentos de som e imagem foi produzido em formato curvilíneo para facilitar o movimento da cortina

O “dente” formado entre as salas de jantar e estar foi causado propositalmente para ganhar espaço no living, onde a parede foi substituída por um painel de MDF branco frisado com portas de correr. A parede vermelha (vitoriano 98RR/12/480 da Coral) foi trocada por drywall para abrigar nichos no dormitório do morador. Para promover mais requinte ao ambiente que prioriza tons fortes, cadeiras de acrílico Eames garantem a leveza necessária.

A parede da cozinha foi removida, dando lugar a um armário de MDF e uma bancada de granito preto São Gabriel para refeições rápidas.

Móveis sob medida, especialmente na sala, no quarto e na cozinha, foram desenvolvidos com o propósito de otimizar a circulação e não deixar espaço para a bagunça. Cores fortes pontuam alguns cantos do projeto, mostrando que é possível abrir mão, sim, dos tons pastel quando o espaço é reduzido.

Nos armários de MDF da cozinha foi reservado um canto para a criação de uma miniadega, entre outros compartimentos para abrigar utensílios do ambiente.

No banheiro, louças e metais foram trocados para aproveitar o espaço. Uma medida econômica que vale ser destacada é a aplicação das pastilhas (Atlas Itaguaré 8458 e B2105) sobre o azulejo antigo. As paredes que não levam revestimento foram cobertas por massa e tinta de poliuretano à prova d´água.

Emilia Garcia apostou em um painel de cabeceira no quarto para abrigar dois criados-mudos suspensos e, dessa forma, facilitar a circulação. Outro recurso inteligente foi a escolha do colchão Box, que inclui gavetas para guardar roupas de cama. As portas de correr do armário também resultaram em maior liberdade de espaço e conforto visual.

Projeto: Emilia Garcia; móveis, iluminação, tapetes, cortinas: EG Interiores; pastilhas do banheiro e da cozinha: Vidrotil; bancada do banheiro: Mármore Stone; piso: Pau Pau; revestimentos de pisos: Recesa.

Onde encontrar:
EG Interiores – www.eginteriores.com.br.
Emilia Garcia – www.emiliagarcia.com.br.
Mármore Stone – www.stonemarmores.com.br.
Pau Pau – www.paupau.com.br.
Recesa – www.recesa.com.br.
Vidrotil – www.vidrotil.com.br.


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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Banheiro pequeno: Saiba como usar cores vibrantes em ambientes reduzidos

Texto Ilka Bezerra | Fotos Divulgação | Adaptação Ana Paula de Araujo

Em banheiros pequenos, é ­normal partir para o básico. No entanto, é possível ousar e deixar tudo mais alegre e despojado. No banheiro social assinado por Hélio Albuquerque e Sonia Peres, prevalece o branco, com pinceladas de um vermelho vibrante para deixar o espaço mais extrovertido. Saiba mais:

Como o espaço é pequeno, o vermelho ficou restrito a detalhes, como o gabinete e as faixas de pastilhas nas paredes, tanto na parte de cima quanto próximo do rodapé. Piso e bancada (com cuba esculpida e válvula oculta) receberam mármore branco piguês e as paredes foram revestidas com porcelanato.

Por fim, a iluminação teve papel fundamental por se tratar de um espaço pequeno. Para oferecer um conforto térmico maior, sem excesso de calor, optou-se pela iluminação geral com uma luz pontual somente sobre a bancada para ressaltar o branco e trazer brilho ao espelho.

Projeto: Hélio Albuquerque e Sonia Peres (Albuquerque e Peres Arquitetura); revestimento, bacia e ferragens: São Geraldo; armário em laca vermelha: Instaladora Brasília; mármore: Marmoraria Modelo; tapete e adornos em acrílico: Tok&Stok.

Onde encontrar: 
Hélio Albuquerque e Sonia Peres – Tel.: (61) 3443-6099.
Marmoraria Modelo – Tel.: (61) 2195-2828.
São Geraldo – Tel.: (11) 3873-7036.
Tok&Stok – SAC: 0800-701-0161.


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